Veja pratos que chamavam atenção nos filmes – e que estão ao nosso alcance

Atire o primeiro balde de pipoca quem nunca salivou diante de uma cena de filme particularmente apetitosa.

E nem precisa ser algo especialmente gastronômico como o sempre citado “A Festa de Babette” (1987) ou, mais recentemente, a animação “Ratatouille” (2007). Quem foi criança ou adolescente nos anos 1980 lembra, sem esforço, de todos os filmes da “Sessão da Tarde” que envolviam coisas incríveis como panquecas imensas com Maple (uma espécie de melado à base de bordo), cafés da manhã que mais pareciam um almoço e delícias como brownies.

O tempo passa e aquelas delícias antes inatingíveis hoje podem ser encontradas por aqui com certa facilidade. Confira abaixo alguns dos pratos de cinema que todo mundo adorava e se prepare para ficar com fome!

Mac and Cheese (macarrão com queijo derretido)

A mistura chamativa de macarrão com molho de queijo -aquecida no microondas, ainda por cima!- era um mistério para quem via filmes infantis nos anos 1980 e 1990. O prato, um dos favoritos das crianças nos Estados Unidos, é centro de um pequeno banquete natalino em “Esqueceram de Mim” (1990) – antes de Kevin (Macauley Culkin) brincar de gato e rato com os bandidos que tentam invadir sua casa.

Panquecas americanas

Todo mundo queria ter um tio como o atrapalhado Buck (John Candy) em “Quem vê cara não vê coração” (1989). Afinal, só ele para preparar um café da manhã de aniversário com panquecas realmente gigantescas…

Café da manhã completo no “diner”

Por falar em panquecas, outra instituição dos filmes norte-americanos é o “diner” com a garçonete servindo café na jarra de vidro e pratos como ovo mexido com bacon, tortas de cereja e outros itens saborosos. Em “Feitiço do Tempo” (1993), o meteorologista vivido por Bill Murray aproveita a repetição do Dia da Marmota para se acabar em um café da manhã com delícias como donuts, tortas e tudo mais o que coubesse na mesa.

Brownies

O bolo de chocolate com aparência massuda é outro prato que vive dando as caras em filmes vespertinos. Em “Talvez Algum Dia” (1978), a jovem Jessie (Denise Miller) afoga suas mágoas com a ajuda de uma forma inteira do doce, após um encontro romântico particularmente desastroso.

Sushi (e leite de caixinha)

Uma geração inteira foi apresentada à comida japonesa com um filme norte-americano – no caso, “O Clube dos Cinco” (1985), quando a personagem de Molly Ringwald saca um bentô com sushi e sashimi como seu almoço durante o castigo do grupo na biblioteca. Na mesma cena, outra coisa que chamava a atenção: um dos lanches incluía uma caixa de leite – a embalagem era desconhecida por aqui na época do lançamento do filme.

Manteiga de amendoim

A combinação manteiga de amendoim e geleia de uva aparece direto nas lancheiras das crianças e nos lanches nos filmes – e desafiavam a compreensão de muito espectador por aqui. A reação do misterioso Joe Black (Brad Pitt) ao provar a pasta em “Encontro Marcado” (1998) diz muito! Hoje em dia, alguns supermercados já vendem o produto por aqui.

Comida chinesa em caixinhas

Muito antes do delivery ser realidade por aqui, lá estavam elas na tela do cinema: as caixas de comida chinesa entregue em casa. E impreterivelmente os personagens acabavam comendo direto da caixa, provavelmente vendo televisão – como Woody Allen e Mariel Hemingway em “Manhattan” (1979).
Dany Lederman / Danny Lederman
Fonte: Portal UOL
28.08.2015
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Published in: on 28 de agosto de 2015 at 17:14  Deixe um comentário  

Mãe de gêmeos perde 65 kg e ganha disposição para brincar com filhos

Assessora de 33 anos decidiu mudar quando chegou a 165 kg.
Ela tentou fazer cirurgia bariátrica, mas não pôde por problemas de saúde.

A assessora de cobrança Roberta Penha da Rosa, de 33 anos, já não conseguia mais andar de ônibus nem amarrar os sapatos. Acompanhar o ritmo dos filhos gêmeos era cada vez mais difícil. O que limitava sua vida, segundo ela, eram seus 165 kg, peso que atingiu depois de sua gestação. “Sempre fui acima do peso, mas fui relaxando depois que engravidei até chegar a esse peso.”

Roberta, de 33 anos, passou de 165 kg para 100 kg em um ano com mudança alimentar (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)Roberta, de 33 anos, passou de 165 kg para 100 kg em um ano com mudança alimentar (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)

Tantas limitações serviram como sinal de que ela tinha que fazer alguma coisa para mudar. Primeiro, tentou fazer a cirurgia bariátrica, mas o procedimento não foi liberado pelo médico por causa de um cisto no rim. Só depois resolveu que o melhor seria fazer uma reeducação alimentar. Um ano depois, Roberta, que vive em São José (SC), já está 65 kg mais magra e consegue correr e jogar bola com os filhos de 10 anos.

A atitude inicial de Roberta foi comprar um livro que explicava os fundamentos da dieta Dukan, que recomenda o consumo de mais proteína e pouco carboidrato. O que a atraiu foi o fato de a dieta não restringir a quantidade de porções.

“Estudei o livro e, com base nos alimentos permitidos, montei um cardápio. Em uma semana, perdi 5 kg. Cada subida na balança era uma emoção, não tem tamanho a felicidade de ver que estava perdendo peso.” A primeira semana, porém, foi um terror. “O corpo não estava acostumado com a dieta, doía a cabeça e eu tive vontade de desistir.”

Quem deu apoio nos momentos difíceis foi o marido, que passou a seguir o mesmo cardápio que Roberta e acabou também emagrecendo 20 kg nesse período. “Ele me apoiou muito. Mas não fazia de segunda a segunda. No sábado, tomava uma cerveja.”

Roberta deixou de comer arroz, feijão e macarrão e introduziu um novo ingrediente em seu cotidiano: o farelo de aveia. Ela também reforçou a quantidade de verduras, legumes, frutas, queijo branco, peito de peru e gelatina com zero caloria. Hoje, já sabe fazer receitas adaptadas de pão e outros pratos com menos carboidrato.

Tudo muito diferente de suas refeições de um ano atrás, quando seu café da manhã consistia em uma coxinha e uma lata de refrigerante. Na hora do jantar, o hábito da família era comer pizza, cachorro quente ou outros tipos de lanche. Um refrigerante de 2 litros não era suficiente para o dia inteiro.

Além de mudar os hábitos dentro de casa, Roberta também leva a alimentação saudável para onde vai. Se sai com amigos ou vai a uma festa de família, leva com ela uma marmita com as coisas que pode comer. “Saio, vou para a balada, me divirto, mas peço água ou refrigerante zero”, diz.

Roberta escolheu uma dieta com menos carboidratos e perdeu 65 kg em um ano (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)Roberta escolheu uma dieta com menos carboidratos e perdeu 65 kg em um ano (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)
Dany Lederman / Danny Lederman
Fonte: Portal G1
26.08.2015
Published in: on 26 de agosto de 2015 at 16:15  Deixe um comentário  

Ômega 3 ajuda a evitar problemas no coração e regula o colesterol

Óleos vegetais são uma das ‘fontes’ de ômega.
‘Gorduras boas’ trazem benefícios para o funcionamento do organismo.

Eles são ácidos graxos poli-insaturados, as famosas ‘gorduras boas’ porque trazem benefícios para o funcionamento do organismo. O Bem Estar desta terça-feira (18) falou sobre os ômegas. Para tirar as dúvidas sobre o tema convidamos o nosso consultor e cardiologista Roberto Kalile a nutricionista Ana Maria Lottenberg.

A diferença básica entre o ômega 3, 6 e 9 é na estrutura química. O 3 e o 6 são considerados essenciais, ou seja, não são produzidos pelo organismo, sendo necessário adquirir da natureza. Já o 9, além de ter fontes na natureza, também é sintetizado pelo corpo humano a partir do 3 e do 6.

Os óleos vegetais são uma das ‘fontes’ de ômega. “O ômega 6 é encontrado em todos os óleos vegetais em quantidade satisfatória. O ômega 3 é mais exclusivo, ele é encontrado no óleo de canola e no óleo de soja”, explica a nutricionista Maria Silva Labrador. De acordo com a especialista, precisamos de 1,5 gramas de ômega por dia, ou seja, duas colheres de sopa.

Os peixes também têm ômega 3, mas a nutricionista explica quais espécies. “O ômega 3 é encontrado nos peixes de águas frias e profundas, como países nórdicos, Japão e Europa. No Brasil podemos encontrar em pequenas quantidades no salmão, na sardinha e no atum”. Semente de linhaça e nozes também são boas fontes de ômega 3 e 6.

O ômega traz diversos benefícios para a saúde. O ômega 3 previne o infarto, o risco de derrame, evita a aterosclerose, regula a pressão, estabiliza o nível de triglicérides e regula o colesterol.

Dany Lederman / Danny Lederman

Fonte: Portal G1

25.08.2015

Published in: on 25 de agosto de 2015 at 14:16  Deixe um comentário  

Conheça os ingredientes que rendem multas (ou até cadeia) mundo afora

Servir foie gras na cidade de São Paulo ou manter saleiros à vista nos restaurantes do Espírito Santo são atividades que agora rendem multas – com direito a protestos de chefs e donos de restaurantes.

Mas, acredite: existem outros ingredientes mundo afora que, por questões religiosas, sanitárias ou culturais, também podem render uma multa bem salgada – ou até mesmo alguns anos de cadeia. Quem imaginaria, por exemplo, que chiclete ou bacon são vistos como ameaças em outros países?

Confira abaixo a lista de alguns alimentos de aparência inocente para nós, mas potencialmente ilegais para os outros.

Carne vermelha

Bifes podem dar cadeia no estado de Maharashatra, na Índia. Isso porque as vacas são consideradas animais sagrados para os hindus e, por conta disso, uma lei proíbe seu abate na região. A posse de carne vermelha para venda ou exportação rende multa e, em casos mais graves, até cinco anos de prisão. Outros estados tem leis que restringem o abate de vacas ou limitam o comércio dos animais.

Bacon

Na Arábia Saudita, a posse de produtos com carne de porco é proibida por lei, mesmo que a pessoa não seja muçulmana. O país, regido pela lei islâmica, ordena que todos os alimentos que entrem no país sejam “halal”, ou seja, próprios para consumo de acordo com as regras religiosas – o que exclui itens como bacon, por exemplo. Os residentes encontram nos supermercados uma versão do ingrediente feita com vitela ou peru.

Chicletes

Chicletes podem parecer bem inocentes, mas em Singapura eles são caso de polícia: desde 1992, mascar goma em público rende multa de até R$ 1.200. A lei é parte de um esforço do governo para manter as ruas limpas – o argumento é que as pessoas colavam goma de mascar em todo lugar, sujando calçadas e praças. Até hoje, comprar chiclete é uma atividade complicada no país: só marcas “terapêuticas” são vendidas nas farmácias, mediante receita médica.

Baiacu

Conhecido pelos japoneses como “fugu”, a venda do peixe é proibida na União Européia e permitida nos Estados Unidos somente mediante licenças rigorosas. O motivo? O baiacu contém grandes quantidades de veneno e demanda cuidado especial para ser limpo – do contrário, pode ser fatal para quem come. No Japão, poucos chefs tem autorização para lidar com o alimento e vender “fugu” sem a devida licença pode render multas salgadas.

Ketchup e maionese

Na França, comida é assunto muito sério – e para proteger a culinária tradicional, é proibido por lei servir ketchup ou maionese à vontade nas cantinas escolares. A lei que rege a alimentação escolar determina que o menu só deve conter estes condimentos se fizerem parte do prato a ser servido e ainda assim em pouca quantidade. O argumento das autoridades é que ketchup mascara o sabor verdadeiro dos alimentos.
Fonte: Portal UOL
Danny Lederman / Dany Lederman
20/08/15
Published in: on 20 de agosto de 2015 at 15:27  Deixe um comentário  

Beber café diariamente pode evitar volta do câncer de cólon, diz estudo

Estudo avaliou pacientes que foram tratados de câncer colo-retal de grau III.
Outras pesquisas sugerem efeitos protetores do café contra o câncer

 

Consumir café diariamente reduziria fortemente a recorrência do câncer de cólon aumentando, assim, as chances de cura, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (17).

Todos os pacientes acompanhados neste estudo clínico foram tratados com cirurgia e quimioterapia de câncer colo-retal de grau III. Isto significa que as células cancerosas tinham invadido os gânglios próximos do tumor, mas não avançaram mais.

Pesquisadores do Centro para o Câncer Dana-Farber de Boston, nos Estados Unidos, encontraram os maiores benefícios entre os pacientes que ingeriram quatro ou mais xícaras de café todos os dias (cerca de 460 miligramas de cafeína).

“Estes pacientes tiveram 42% menos probabilidade de volta do câncer do que aqueles que não tomaram café e apresentaram 33% menos riscos de morrer de câncer ou de qualquer outra causa”, indicou o estudo, publicado no “Journal of Clinical Oncology”.

Consumir duas a três xícaras de café por dia teve um efeito protetor considerado modesto. O efeito foi praticamente nulo quando a ingestão foi de uma xícara ou menos por dia, explicaram os cientistas.

O estudo foi feito com quase mil participantes, que responderam um questionário sobre sua dieta no começo do estudo, durante a quimioterapia e novamente um ano depois.

A maioria dos casos em que o câncer de cólon voltou ocorreu nos primeiros cinco anos depois do tratamento e é rara a recorrência depois deste período, informou o médico Charles Fuchs, diretor do centro de câncer gastro-intestinal do Dana-Farber, que chefiou o estudo.

Para os pacientes com um tumor de cólon grau III, o risco de recorrência é de 35%, sem levar em conta os efeitos da cafeína.

Café tem efeito protetor contra câncer
Segundo Fuchs, trata-se do primeiro estudo sobre os efeitos do café no risco de recorrência de um câncer colo-retal.

Ele lembrou que vários estudos recentes sugerem que o café poderia ter efeitos protetores contra várias formas de câncer, entre os quais o de fígado, mama e o melanoma, um agressivo tumor da pele.

Tomar café regularmente parece também reduzir o risco de se desenvolver diabetes do tipo 2 na idade adulta.

Os pesquisadores deste estudo informaram que a análise mostra claramente que os efeitos protetores do café se devem completamente à cafeína e não a outros componentes, embora não tenham sabido explicar o mecanismo. São, assim, necessários outros estudos para compreender como a cafeína atua nestes casos.

Fonte: France Presse

Danny Lederman / Dany Lederman

19/08/15

Published in: on 19 de agosto de 2015 at 10:42  Deixe um comentário  

Theatro Municipal de São Paulo ganha novo restaurante

  • Cassiano Souza/Divulgação

    Salão principal do restaurante Santinho, no piso térreo do Theatro MunicipalSalão principal do restaurante Santinho, no piso térreo do Theatro Municipal

Comprovando mais uma vez sua vocação cultural, o Santinho foi escolhido em licitação para ser o novo restaurante do Theatro Municipal da capital paulista. O braço mais jovem do grupo Capim Santo, comandado pela chef Morena Leite, já contava com outras duas unidades, uma no Instituto Tomie Ohtake e outra no Museu da Casa Brasileira.

Desde o início do ano funcionando em sistema de soft opening, a casa agora abre oficialmente as portas aos visitantes do teatro para o almoço, inclusive aos sábados, com o bufê de feijoada. De segunda a sexta, os pratos no balcão do Santinho variam diariamente, sempre com opções de massas, carnes, saladas e grãos, todos com o toque brasileiro da chef.
O salão principal no térreo equilibra a tradição da arquitetura do teatro, construído em 1911, com o toque contemporâneo dos irmãos Campana, que assinam as mesas. O restaurante conta, ainda, com uma varanda de clima mais jovial e jardins verticais. A casa oferece 82 lugares e servirá, a princípio, bufê de almoço e opções de lanche no período da tarde, como café com bolo e tapioca.
Santinho – Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, nº 01 – República
De segunda a sexta: R$ 48 por pessoa (não inclui sobremesa)
Sábado: R$ 68 (inclui sobremesa)
Fonte: Portal UOL
Danny Lederman / Dany Lederman
18/08/2015
Published in: on 18 de agosto de 2015 at 17:04  Deixe um comentário  

Jurados de programa do SBT contam o que aprenderam com os erros na cozinha

Escrita por: Vivian Ortiz

O bolo murchou? A torta passou do ponto? O arroz queimou? Muita calma nessa hora, pois todo mundo comete erros na cozinha. Até mesmo Carolina Fiorentino e Fabrizio Fasano Jr, os temidos jurados do “Bake Off Brasil – Mão na Massa”, batalha entre confeiteiros amadores exibida pelo SBT.

A chef, por exemplo, diz já ter cometido “um zilhão” de erros enquanto preparava suas delícias, mas ressalta ter aprendido bastante com as situações: “O principal foi o de seguir a minha intuição. Sabe quando você está com aquele sentimento de que está fazendo algo errado? Geralmente dá errado””, diz a jurada.

Entre as trapalhadas que já cometeu, ela cita ter tirado a receita do fogo antes do tempo indicado e aberto o forno enquanto o bolo ainda não havia terminado de assar. “Minha dica é: vai no feeling. Parece que ficaria melhor se você mexesse um pouco mais? Ou totalmente o contrário. Vai e faz”.

Já Ticiana Villas-Boas, apresentadora do programa, contou que tudo costuma dar errado quando ela deixa de seguir o passo a passo da receita. A mais problemática, na opinião da jornalista, é a do arroz. “Sempre acaba passando do ponto”, revela.

Anote aí
Se você sofre com o mesmo problema de Ticiana, a jurada Carolina dá a dica: deixe a tampa entreaberta, pois totalmente tampada a receita empapa e sem a tampa fica seca. “Quando perceber que está quase cozido, aí sim tire a tampa e deixe secar o restante da água”, explica. Vale lembrar que o certo é sempre uma medida de arroz para o dobro de água.

Apesar do esforço, deu tudo errado? Não tem problema. “Transforme a receita perdida em bolinho de arroz”, recomenda a chefe. Outra dica fundamental: refogou e colocou água? Não toque mais na panela. “É aí que sempre erro, não aguento e vou lá mexer”, reconhece Ticiana.

Fabrizio Fasano Jr., o outro jurado do programa, é a favor da máxima do “ninguém nasce sabendo”. “A primeira vez que fiz um risoto, por exemplo, não saiu maravilhoso, mas hoje estou em um ponto que começo a inventar em cima da receita”, ressalta.

Carolina concorda com o colega e diz que o importante é sempre praticar. “Siga a receita ou faça do seu jeito. Na pior das hipóteses, pede uma pizza ou come um pão com requeijão mesmo”, brinca.

 

Dany Lederman / Danny Lederman

Fonte: Portal UOL

14.08.2015

Published in: on 14 de agosto de 2015 at 17:13  Deixe um comentário  

Azeite, milho ou canola? Conheça os óleos mais saudáveis

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil. Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a “mais saudável”. As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

 

Na série da BBC perguntamos: “Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?” Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga. Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram? “Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos”. O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais “saudável”.

“Óleo de girassol e de milho são bons”, diz o professor Grootveld, “desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas.”

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. “Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano.”

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho. “Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre”. A banha animal, apesar de ter uma reputação de “não saudável”, é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos. “Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado.”

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o “óleo ideal” para cozinhar seja o azeite, porque “tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados”. E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é “extra virgem” ou não. “Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor.”

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Sobre gorduras:
Gorduras polinsaturadas:
contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.

Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.

Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

Dany Lederman / Danny Lederman

Fonte: Portal Terra

11.08.2015

Published in: on 11 de agosto de 2015 at 11:14  Deixe um comentário  

Veja quais são os principais erros na hora de fazer churrasco

Escrito por: Rafael Mosna

Churrasco no fim de semana. Carvão em brasa, espetos a postos e sal grosso na picanha. Mas, ao fatiar e provar a carne, vem a sensação de que ela não está igual àquela da churrascaria.

Para quem já presenciou essa cena (e, saiba, você não está sozinho), Tatiana Bassi, sócia do Templo da Carne, dá dicas importantes para evitar erros comuns na hora de comandar a diversão dos amigos. Para botar a mão na massa (veja álbum abaixo), ela contou com a ajuda de Joaquim Alves dos Santos, churrasqueiro da casa.

Confira dez conselhos para fazer bonito em frente aos convidados.

  1. Compre as carnes em um açougue de confiança. Uma picanha, por exemplo, dificilmente possui mais de 1,1 kg. Se a peça vendida é mais pesada do que isso, provavelmente traz uma parte de coxão duro.
  2. Não exagere no sal. Se puder, use sal grosso em pedras maiores para pedaços grandes e sal grosso em pedacinhos menores para peças menores. Você pode moê-lo no liquidificador, por exemplo. Dica: em um prato, coloque um punhado de sal e acomode a carne, jogando mais um punhado de sal sobre ela. Deixe-a próxima ao calor da brasa por uns quatro minutos. Antes de grelhá-la ou assá-la, elimine o excesso com as mãos.
  3. Segundo Tatiana, o mais recomendado é usar uma churrasqueira de alvenaria, com lados, fundo e parte inferior fechados, o que ajuda a armazenar o calor e produzir um churrasco de qualidade.
  4. Grelhar ou assar? Se ficar a 15 cm da brasa, a carne será selada ou grelhada. Essa é altura ideal para peças menores. Para assar, Tatiana recomenda as alturas de 40 cm (para pedaços médios) e 60 cm (grandes).
  5. Os convidados chegaram? Comece assando a costela suína, acomodando-a a 40 cm da brasa e no fundo da grelha, onde o calor é mais intenso. Essa também a hora das assar as linguiças (na mesma altura mencionada). Atenção: nunca fure-as com um garfo, pois elas perderão líquido e, consequentemente, ficarão secas, sem suculência.
  6. Vire as carnes apenas uma vez. Espere que o sangue comece a aparecer em maior quantidade na parte superior e, então, inverta o lado com a ajuda de um pegador. Evite furar a peça.
  7. Para T-bones, coloque-os com a parte do contrafilé (a menos macia) voltada para o fundo.
  8. Gosta de filé mignon? Ele é bom, sim, para churrascos, mas precisa de um cuidado diferenciado. Essa carne, mais sensível, precisa de um calor forte. Coloque a mão a 15 cm da brasa e tente contar até quatro. Essa é a intensidade recomendada para esse corte (para todos os outros tipos de carne, o ideal é fazer o mesmo procedimento, mas a contagem deve ser até cinco).
  9. Não tente fazer um corte alto bem passado. Para essa finalidade, prefira cortes finos.
  10. Churrasqueira não é lixo! Nunca jogue resto de comida, palito de dente ou bituca de cigarro junto ao carvão.

 

Postado por: Dany Lederman / Danny Lederman

Fonte: Portal UOL

10.08.2015

Published in: on 10 de agosto de 2015 at 11:40  Deixe um comentário