10 fatos históricos que você (provavelmente) não sabia sobre cerveja

Uma das responsáveis pela origem da nossa civilização, pelo surgimento da escrita e por tecnologias que mudaram a nossa maneira de viver. Possivelmente presente em histórias bíblicas e fonte de alimento para monges medievais. Tão fascinante que sua má produção podia levar pessoas à morte. E feita com os mais diversos tipos de ingredientes. Descubra porque a cerveja é muito mais do que aquela bebida que você toma ao final de um dia de trabalho.

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Fundadora da civilização

A história da cerveja caminha junto com a própria história da humanidade. A bebida é produzida há mais de dez mil anos e seus primeiros registros coincidem com a época que os homens deixaram de ser nômades para fixar-se em lugares onde pudessem plantar os grãos dos quais se alimentavam.

A versão recorrente é que fizeram isso para poderem transformar esses grãos em pães, mas há linhas de pesquisas que apontam que, na verdade, nossos antepassados estavam preocupados em garantir a produção da cerveja já naquela época, sendo ela a responsável pelo começo da sociedade moderna, como indica o professor de antropologia Solomon Katz, da Universidade da Pensilvânia.

 

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Surgimento da escrita

A escrita também surgiu, dentre outras coisas, por conta da cerveja. Os primeiros registros de pictogramas – feitos pelos sumérios e encontrados em peças de barro com mais de 5 mil anos – trazem anotações de receitas da bebida. Especialista em textos antigos da Universidade da Pensilvânia, o pesquisador Stephen Tinney aponta que a escrita cuneiforme apresenta mais de 160 ícones cujos significado de alguma forma estão ligados à cerveja.

 

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Pena de morte aos maus cervejeiros

Já ouviu falar do Código de Hamurabi, conjuntos de leis mesopotâmicas criado cerca de 1700 a.C.? Pois, dentre outras coisas, ele previa punições cabais para quem produzisse cerveja de má qualidade. Como na época o líquido era visto como uma forma de se aproximar dos Deuses e os grãos não estavam disponíveis em abundância para serem desperdiçados com bebida ruim, aquele que fizesse uma cerveja aquém das expectativas era condenado à morte por afogamento em sua própria produção.

 

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Jesus transformou água em cerveja

É famosa a passagem da Bíblia na qual Jesus Cristo transforma água em vinho. Contudo, segundo pesquisadores da Universidade de Louisiana, a história não foi exatamente essa. Eles apontam que na região que Jesus viveu se cultivavam grãos, não uvas, e que o consumo de cerveja era algo comum por lá, diferente do vinho. Não bastasse, nas versões em aramaico do texto o milagre se refere à transformação da água em uma “bebida forte”. A principal tese para que as Bíblias hoje tragam a versão relacionada ao vinho é que os romanos, ao se apropriarem da trajetória de Jesus, teriam trocado a provável cerveja (bebida relacionada aos bárbaros) pelo seu habitual vinho, em uma espécie de apropriação cultural da história.

 

Ricardo Marchesan/UOL
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Uma longa história anterior ao lúpulo

Todo mundo sabe que a cerveja é feita pelo menos de água, malte, lúpulo (foto) e levedura. No entanto, nem sempre essa foi a composição básica da bebida. Responsável dar amargor, aromas e sabores à fermentada, há registros de que o lúpulo só começou a ser usado nas produções cervejeiras a partir do começo dos anos 1.000 principalmente por ser um conservante natural. Durante muito tempo foi comum a utilização de ervas e especiarias para “temperar” a bebida, bem como o gruit, uma mistura de diversas plantas como murta e alecrim.

 

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O pão líquido dos monges

A cerveja teve uma grande ascensão ao longo da Idade Média, quando passou a ser produzida principalmente por monges em mosteiros. Mais do que servir aos peregrinos que costumavam se hospedar nas igrejas, a bebida, fonte de muitos nutrientes – não por acaso tratada como pão líquido -, servia de alimento para os religiosos durante os períodos de jejum.

 

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Antes das tampinhas, garrafas tinham rolhas amarradas com barbantes

Hoje quase todas cervejas que tomamos em casa são armazenadas em latinhas ou garrafas fechadas com tampas, mas essa nem sempre foi a regra. Quando a bebida começou a se consolidar no país, ao longo da primeira metade do século 19, os fabricantes fechavam suas garrafas com rolhas que eram amarradas com barbantes para que a pressão existente dentro do objeto – onde acontecia uma segunda fermentação e, consequentemente, a carbonatação do líquido – não desarrolhasse a garrafa.

 

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Pasteur queria esterilizar a cerveja, não o leite

Boa parte da medicina moderna está fundamentada na microbiologia, algo que só começou a ser pesquisado quando, em 1864, Louis Pasteur estudava a cerveja e descobriu que micro-organismos não só habitavam a bebida, mas eram os responsáveis por deteriorá-la. É para resolver esse sério problema que cria a pasteurização (hoje amplamente vinculada ao leite). A partir disso que cientistas se debruçaram sobre a possibilidade de seres humanos também ficarem doentes por conta desses indesejados intrusos.

 

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Tem geladeira em casa? Agradeça à cerveja!

Durante muito tempo a produção de cerveja foi refém da variação de temperatura ao longo do ano. Para sanar esse problema, em 1894 o alemão Carl Von Linde, a pedido da Guinness, começou a desenvolver um sistema de refrigeração artificial. Então, “se hoje temos geladeiras e freezers em casa, agradeçamos à cerveja”, como escreve Maurício Beltramelli no livro “Cervejas, Brejas & Birras” (ed. LeYa).

 

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Além da cevada

Como já dissemos, a cerveja hoje costuma ser composta ao menos de malte de cevada, água, lúpulo e levedura. No entanto, em alguns lugares do mundo existem versões da bebida que historicamente levam outros grãos como base em suas composições. No Peru e na Bolívia há a chicha, feita com milho mastigado, no Japão era comum que usassem arroz, na Rússia, centeio, e na China, trigo ou sorgo – este também usado em alguns países africanos.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
27/11/15
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Published in: on 27 de novembro de 2015 at 13:45  Deixe um comentário  

Prato para um: como adaptar receitas para porções menores sem problemas

Quem mora sozinho já passou por esta situação complicada: fazer uma receita maravilhosa, mas que rende de quatro a seis porções -e passar a semana inteira comendo a mesma coisa…

Congelar parte do prato é uma opção para resolver a questão do desperdício e da “reprise” no menu, que desanima qualquer um. Mas também é possível resolver o dilema direto na hora do preparo, reduzindo o número de porções da receita.

E é aí que começam os problemas: é fácil concluir que, quando a receita pede uma xícara de um ingrediente, dá para colocar apenas meia xícara -mas e quando a quantidade pedida é algo como 2/3 de xícara? O tempo de forno também precisa ser reduzido? E quando a receita pede apenas um ovo, como se corta pela metade?

Veja abaixo algumas conversões úteis na hora de diminuir o tamanho das porções e nunca mais desperdiçar comida boa.

 

Pela metade: como reduzir porções de uma receita

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Medidas em xícaras

OK, reduzir de uma xícara para meia xícara é fácil – mas quando a receita pede 1/3 xícara? Daí é só apelar para a conversão: em medidas padronizadas, uma xícara equivale a 16 colheres de sopa. Daí, 1/3 xícara equivale, em peso, a 2 colheres de sopa e duas colheres de chá, enquanto 1/4 xícara é igual a 2 colheres de sopa do ingrediente. 3/4 de xícara equivalem a 6 colheres de sopa.

 

Reprodução/Chemistry on Your Table

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Metade de um ovo

É uma das dúvidas mais comuns na hora de refazer uma receita: o que fazer quando a lista de ingredientes pede itens como ovos em números ímpares? Tem um jeito de fazer a divisão: quebre os ovos em uma jarra medidora, misture bem e utilize metade do conteúdo (é possível acondicionar o restante do ingrediente no freezer ou na geladeira).

 

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Trocando de formas

No caso de receitas que precisam de formas (como bolos, pães e pratos gratinados), além do tamanho, preocupe-se com a profundidade do recipiente. Se as instruções pedem que a massa ocupe metade da forma, por exemplo, encontre um recipiente que comporte a quantidade menor da receita da maneira correta, para não desandar na hora de assar.

 

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Tempo de forno

Um erro clássico de quem divide a receita pela metade: achar que o tempo de forno também é para ser cortado ao meio. O fato é que nem sempre isso é necessário. O ideal é começar a monitorar o prato a partir da metade do tempo recomendado pela receita, verificando a cada dez minutos se é preciso deixar mais um pouco assando.

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
25/11/15

Published in: on 25 de novembro de 2015 at 10:39  Deixe um comentário  

Prepare duas receitas com aveia para um cardápio saudável

Aprenda a preparar duas receitas com aveia e deixe a sua alimentação diária ainda mais saudável

iStock/Getty Images / Vivo Mais Saudável

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Aveia é aliada da dieta e pode ser incluída em várias receitas

As receitas com aveia são grandes aliadas na hora de manter uma mais saudável. Fonte de nutrientes, o cereal garante sensação de saciedade. Também ajuda no controle dos níveis de açúcar no sangue e do colesterol.

Receitas com aveia ajudam na dieta
A aveia ainda é fonte de carboidratos, responsáveis por fornecer energia ao longo do dia, e de proteínas, que contribuem para a recuperação dos tecidos do corpo. Outro destaque fica por conta da quantidade de fibras , que auxiliam na digestão.

Para deixar a sua alimentação diária ainda mais nutritiva e saborosa, confira duas opções de receitas com aveia.

Panqueca de aveia

Ingredientes da massa
– 2 xícaras de chá de leite
– 2 ovos
– 2 colheres de sopa de margarina
– 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
– 1 xícara de chá de aveia em flocos finos
– 1 colher de chá de sal
– Margarina para untar

Ingredientes do recheio
– 300 g de ricota amassada
– 150 g de queijo parmesão ralado
– 450 ml de creme de leite fresco
– 1 cebola pequena ralada
– Cebolinha picada a gosto
– Noz-moscada a gosto
– Sal a gosto

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador . Quando o creme estiver homogêneo, despeje pequenas porções em uma frigideira untada e doure dos dois lados. Para o recheio, misture a com metade do queijo parmesão, três colheres de sopa de creme de leite e cebola. Tempere com cebolinha, noz-moscada e sal a gosto.

Depois, basta rechear as panquecas e enrolar. Disponha-as em um refratário untado. Misture o creme de leite e o parmesão restantes para despejar sobre as panquecas. Leve ao forno alto, preaquecido, atégratinar .

Bolo de aveia, banana e iogurte

Ingredientes
– 2 bananas maduras amassadas
– 2 ovos
– ½ xícara de chá de óleo
– ½ xícara de chá de açúcar mascavo
– ½ xícara de chá de farinha de trigo branca
– ½ xícara de chá de farinha de trigo integral
– ½ xícara de chá de aveia em flocos
– 1 colher de chá de fermento em pó
– 1 colher de chá de canela em pó (opcional)
– 1 pote de iogurte desnatado
– 1 colher de sopa de farinha de banana-verde.

Modo de preparo
Preaqueça o forno a 200 graus Celsius. Unte uma forma com manteiga e polvilhe farinha. Em outro recipiente, bata os ovos e o óleo com um garfo, adicione em seguida as bananas amassadas e mexa. Por fim, junte o iogurte, mexa e reserve.

Numa tigela, misture o açúcar, as farinhas, a aveia, o fermento e a canela em pó. Aos poucos, vá jogando os secos na primeira mistura, mexendo bem até formar uma massa homogênea . Derrame-a na forma e asse por aproximadamente 45 minutos. Retire do forno e espere esfriar um pouco antes de desenformar.

Dany Lederman

Fonte:Portal TERRA

24/11/15

Published in: on 24 de novembro de 2015 at 9:38  Deixe um comentário  

Conheça a influência africana nos pratos do seu dia a dia

Vatapá, manjar de coco, balinhas no dia de São Cosme e Damião… O que tudo isso tem em comum? São todos pratos e costumes de herança africana que fazem parte de nossa vida diária.

No prato dos brasileiros, há muita ligação com nações africanas como o povo Ketu, que ocupava a região onde ficam atualmente a Nigéria, Benim e Togo. “Podemos traçar a origem desta culinária em algumas regiões como Guiné, Moçambique, Angola, Costa do Marfim e Nigéria”, explica Jorge da Hora, professor do Centro Universitário Senac que estuda a influência africana na gastronomia brasileira.

Alguns dos ingredientes que temos à mesa hoje em dia também vieram nos navios que trouxeram os escravos para o Brasil – Jorge lista, entre outros, o quiabo, o inhame, a melancia, a galinha d’angola e o azeite de dendê.

Primeiro o do santo
“Manter a comida e a cultura são maneiras que os negros criaram para sobreviver à escravidão”, explica a chef baiana Tereza Paim, do restaurante Casa de Tereza. “É uma forma de resistência.”

Segundo a chef, a chamada comida de santo que conhecemos hoje é resultado de negociações, adaptações, criações e recriações, por conta do convívio com pratos indígenas e portugueses. E ela atravessou os limites dos terreiros para ganhar as ruas.

Em um terreiro, orixás e frequentadores comem dos mesmos pratos – mas a primeira porção é sempre para os santos. “Para abrir os trabalhos do terreiro, acomoda-se a comida no peji (santuário onde ficam as imagens dos orixás) aos pés do santo e só depois é que os pratos são servidos para os outros”, explica Tereza. “É uma questão de deferência aos orixás.”

E, assim com as pessoas, também os orixás tem as suas preferências culinárias. “As divindades não são seres intocados no altar: eles amam, eles brigam, são passionais. Eles têm suas comidas preferidas e os ingredientes dos quais não gostam”, conta Tereza.

Por conta disso, cada orixá tem um menu específico. Oxalá, o criador do mundo, come pratos sem tempero, enquanto para Iemanjá, senhora das águas, é servido pratos com peixes, manjar de coco e milho branco cozido e temperado com azeite de dendê, cebola e camarão. Já para Iansã, a senhora dos raios, é ofertado o acarajé.

“Um dos maiores meios de contato com o orixá é com a comida”, diz Jorge. “Você dedica sua fé, sua crença e, em retorno, o santo coloca na comida aquilo que você precisa.”

Para além dos terreiros
O sincretismo com a religião católica acabou rendendo costumes que se estendem para longe dos terreiros – como, por exemplo, nos pratos servidos durante as festas juninas. O equivalente de São João no Candomblé é Xangô, senhor da justiça. Segundo Tereza, um dos alimentos preferidos do orixá é justamente o milho, item que não falta em uma boa festa junina ao redor do país.

Já as balinhas que as crianças ganham no dia de São Cosme e Damião também são parte do sincretismo: os santos são equivalentes dos Ibeji, orixás gêmeos protetores das crianças. Gulosos, eles que comem tudo o que lhe oferecem, em especial doces e mel – daí a oferta de balas para os pequenos. É nessa época também que é servido o caruru, prato à base de quiabo, camarão seco e dendê, outro prato de devoção.

“O alimento é o maior fator de inclusão que existe”, conclui Jorge. “É importante que a comida saia dos terreiros, para que as pessoas possam conhecer a cultura que há por trás dos pratos.”

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À base de quiabo, camarão seco e dendê, Caruru é um prato que vale a pena ser preparado

 

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De origem baiana, o Vatapá pode ser preparado com frango ou com peixe

 

Reprodução TV UOL

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Leite de coco e quirela de milho são os ingredientes principais do Lelê, prato baiano de sucesso

 

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O Arroz de Hauçá, com carne seca, era um dos pratos preferidos do escritor Jorge Amado

 

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Dizem que Caldinho de Sururu é excelente para recobrar as forças

 

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Acarajés são sempre boa pedida!

 

Leonardo Soares/UOL

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Moqueca à moda baiana precisa ter azeite de dendê e coentro -se tiver uma panela de barro em casa, é hora de usar

 

Tadeu Brunelli/Divulgação

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Os saborosos Bolinhos de Iemanjá são recheados com vatapá

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

23/11/15

 

Published in: on 23 de novembro de 2015 at 9:58  Deixe um comentário  

Celebridade engarrafada: conheça os famosos que produzem vinhos

Celebridade que se preza sempre tem um projeto paralelo: pode ser uma banda de rock, uma grife de roupas ou, em alguns casos, um vinhedo para chamar de seu.

Seja por amor aos vinhos, por ser uma boa oportunidade de negócios ou para ter um hobby diferente, muitos atores, cantores e até jogadores de futebol já se aventuraram com rótulos especiais no mercado – alguns até premiados e bem cotados pela crítica especializada, como o Miraval Rosé, produzido pelos atores Brad Pitt e Angelina Jolie.

A lista inclui diretores de cinema, atores e até jogadores de futebol. Confira a seguir alguns dos famosos com vinhos à venda no mercado.

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Monterey Pinot Grigio, Drew Barrymore

A atriz norte-americana produz vinhos em parceria com a vinícola Carmel Road (www.carmelroad.com). Por enquanto, ela tem apenas um: o branco Monterey Pinot Grigio, que tem toques de limão, pera e melão.
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Finca el Carril Hechicero, Andrés Iniesta

Além de comandar o Barcelona, Andrés Iniesta também tem uma vinícola familiar, a Bodega Iniesta (www.bodegainiesta.es) em Albacete, na Espanha. Desde 2010, o local produz e vende seus próprios vinhos e tem destaque para o tinto Finca el Carril Hechicero, feito com quatro tipos de uvas, incluindo Syrah e Cabernet Sauvignon.
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Back in Black, da banda AC/DC

Em 2011, a banda australiana AC/DC lançou três rótulos de vinhos, que levavam nomes de algumas de suas canções mais conhecidas. O primeiro vinho da leva foi o Back to Black, com uvas Syrah. As bebidas foram uma parceria dos irmãos Angus e Malcom Young, fundadores da banda, com a vinícola australiana Warburn Estate (www.warburnestate.com.au)
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Millionaire Waltz, da banda Queen

Outra banda que está presente nas adegas é o Queen, que lançou o malbec Millionaire Waltz em 2014 (www.queenwines.com). O vinho, produzido em Mendoza, na Argentina, não é a primeira incursão da banda no mundo das bebidas alcoólicas: eles também tem um rótulo de vodca e outro de cerveja.
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Desirée, espumante do Galvão Bueno

O narrador e apresentador Galvão Bueno, apaixonado por vinhos, abriu sua própria vinícola no Rio Grande do Sul em 2009 (www.buenowines.com.br). Entre os rótulos produzidos sob a supervisão do produtor italiano Roberto Cipresso está o espumante brut rosé Desirée, batizado em homenagem à esposa de Galvão.
World Wine/Divulgação
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Miraval Rosé, de Angelina Jolie e Brad Pitt

Casal número um quando se trata de glamour, Angelina Jolie e Brad Pitt compraram uma propriedade na França e decidiram produzir vinhos em 2012. Localizada na região de Provence, a vinícola Miraval (miraval-provence.com) tem como destaque o Rosé, com aroma de frutas frescas e acidez refrescante.
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Message in a Bottle, do cantor Sting

Produzido em Il Palagio, propriedade do cantor Sting na região italiana da Toscana desde 1999, o vinho tinto com uvas Sangiovese, Syrah e Merlot foi batizado com o nome de uma das canções mais famosas do compositor inglês. A fazenda também vende azeite de oliva e mel (www.palagioproducts.com).
Divulgação/facebook.com/ArmanddeBrignac/
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Armand de Brignac, do rapper Jay-Z

A vinícola francesa ficou famosa fora do circuito especializado quando suas garrafas douradas e prateadas começaram a aparecer com destaque nos clipes do rapper norte-americano Jay-Z. O marido da cantora Beyoncé acabou comprando a companhia, que ganhou o apelido de Ace of Spades (Ás de Espadas, em inglês) por conta de seu logotipo.
Reprodução/Coppola Winery
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Sofia, vinhos da Francis Ford Coppola Winery

O aclamado diretor de cinema Francis Ford Coppola é outro figurão de Hollywood e proprietário de vinícola. Em suas terras na Califórnia produz diversos rótulos entre cabernets, chardonnays, syrahs, pinots e outros. Uma das linhas da Coppola Winery (www.francisfordcoppolawinery.com) homenageia a filha do diretor e também diretora, Sofia.
Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
19/11/15
Published in: on 19 de novembro de 2015 at 10:10  Deixe um comentário  

Festival de Frutos do Mar Ceagesp abre para almoço e jantar neste feriado

Zeka Videira

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Camarões assados na brasa são servidos à vontade nas mesas no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp

 

Quem estiver em São Paulo no feriado desta sexta (20) poderá aproveita o Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp, que abrirá excepcionalmente para o almoço e para o jantar. O funcionamento será das 11h30 às 17h no almoço, e das 18h à 1h, no jantar.

O bufê, que sai por R$ 62,90 por pessoa para comer à vontade, traz 30 pratos, como Garoupa Assada à Portuguesa, Badejo com Manteiga de Ervas, Pintado Recheado com Farofa de Manteiga da Terra e Bobó de Camarão.

Os destaques do festival são a Paella à Marinera, do Xixo de Meca e os Camarões assados na brasa, servidos à vontade nas mesas.

Em temporada até dia 13 de dezembro, o festival tem como objetivo incentivar o consumo de peixes e frutos do mar, além de dar destaque aos produtos do setor de pescados da Ceagesp.

Serviço
Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp 2015
Quando: Até 13 de dezembro
Horário: Quarta e quinta, das 18h à 0h; sexta e sábado, das 18h à 1h; Domingo, das 11h 30 às 17h.
Onde: No Espaço Festivais Gastronômicos Ceagesp – Portão 4 da CEAGESP (Av. Dr. Gastão Vidigal – Vila Leopoldina).
Quanto: R$ 62,90 (por pessoa). Vinhos, sucos, refrigerantes e sobremesas são cobrados à parte.
Estacionamento: Portão 4, com preço fixo de R$ 10, válido para todo o período em que o frequentador estiver no evento.
Mais informações: www.festivaisceagesp.com.br

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

18/11/15

Published in: on 18 de novembro de 2015 at 10:21  Deixe um comentário  

Sem glúten! Conheça os nutrientes do amaranto

Conheça os benefícios do amaranto, fonte de diversos nutrientes que contribuem para um organismo mais saudável.

O amaranto é um grão popular entre pessoas que buscam um cardápio saudável e equilibrado. Fonte de diferentes nutrientes, esse alimento contribui para um organismo mais forte.

O nutricionista Rafael Longhi, docente do Centro Universitário Metodista (IPA-RS) e pesquisador do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), conversou com o Vivo Mais Saudável sobre os benefícios da semente. Confira!

iStock, Getty Images
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O grão possui mais nutrientes que outros cereais.

Os benefícios do amaranto

Rafael explica que, com o aumento na procura por alimentos e a busca por padrões dietéticos diferenciados, houve a necessidade de pesquisas acerca de “novos” produtos que possam propiciar saúde e, ao mesmo tempo, bom paladar para consumo. “Dentre tantos alimentos inseridos em nossa dieta, o amaranto merece destaque por possuir algumas características que o diferenciam dos demais grãos.”

Ele apresenta cerca de 60% de amido, 15% de proteína, 13% de fibra e 8% de lipídios. Conta com teores de proteínas vegetais, de fibra alimentar e de minerais superiores aos observados na maioria dos cereais. Além disso, fornece micronutrientes como ácido ascórbico (vitamina C), potássio, ferro e carotenoides. E o melhor: é isento de glúten .

De cultivo inicial feito pelos maias e depois usado no México pelos aztecas, o amaranto pode ser encontrado como  ou em flocos. Dessa forma, é um ótimo ingrediente para bolos , biscoitos ou até mesmo chá.

Porém, como qualquer produto, o excesso pode ser prejudicial. Por ser fonte de carboidratos, o grão pode levar à obesidade , se consumido sem orientação adequada. “Equilíbrio é a palavra. Converse com seu nutricionista sobre esse importante alimento. Certamente ele lhe dirá alternativas saudáveis e equilibradas para inserção em seu cardápio diário”, orienta Rafael.

Cuidado com a dieta glúten free

Rafael conta que o amaranto é bastante procurado por ser livre do glúten. No entanto, segundo o nutricionista, é importante ressaltar que essa é uma característica importante apenas para celíacos. “A retirada do glúten da dieta daqueles que não apresentam a intolerância pode representar riscos à saúde , como obesidade, e até mesmo criar uma sensibilidade a essa proteína que antes não havia no organismo”, alerta.

Para o especialista, o real problema gira em torno dos excessos . “O consumo equilibrado de qualquer alimento, inclusive o glúten, pode ser benéfico a sua saúde. Busque sempre informações com um nutricionista capacitado para lhe explicar essas diferenças”, ressalta.

Insira o amaranto na sua alimentação

Agora que você já está por dentro dos nutrientes e dos cuidados no consumo consciente desse grão, que tal aprender uma receita deliciosa? Confira abaixo como preparar bolinho de  assado, quitute que leva a semente:

Ingredientes:

– 1 dente de alho amassado

– 1 xícara de chá de amaranto

– ½ xícara de chá de aveia em flocos

– 1 xícara e ½ de chá de espinafre cozido e picado

– 3 colheres de sopa de farinha integral

– 2 xícaras de chá de leite desnatado

– 2 fatias de ricota

– 1 colher de chá de sal light.

Modo de Preparo:

Mergulhe o espinafre numa panela com água, tampe e deixe cozinhar por aproximadamente cinco minutos em fogo baixo. Numa panela antiaderente, doure o alho, depois junte o leite, o amaranto, a aveia e a farinha integral. Cozinhe também em fogo baixo , mexendo até engrossar.

Acrescente à mistura o espinafre e o sal. Mexa até desgrudar da panela. Deixe esfriar por aproximadamente 15 minutos. Separe porções da massa e adicione pequenos pedaços de ricota no centro. Enrole em bolinhas.

Unte uma forma e asse por aproximadamente 25 minutos .

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

17/11/15

Published in: on 17 de novembro de 2015 at 9:21  Deixe um comentário  

Festival de cervejeiros reúne convidados internacionais e food trucks em SP

Entre os dias 20 e 22 de novembro, durante o feriado de Consciência Negra, a ACervA Paulista realiza o Festival de Cervejeiros, com palestras internacionais, painéis e um festa de encerramento, com food trucks e cervejarias convidadas.

Nos dois primeiros dias, o evento ocorre no Instituto da Cerveja Brasil, em Moema, e são voltados para troca de informações sobre a bebida, como fermentação, lupulagem e lei da pureza.

Entre os convidados internacionais estão Hans Müller (mestre-cervejeiro e proprietário da Cervejaria Hanscraft & Co, da Alemanha), Pat Fahey (sétima pessoa no mundo a se tornar Mestre Cicerone) e Nathan Zeender (mestre-cervejeiro e co-fundador da Right Proper Brewing Co, dos Estados Unidos).

Entre os nomes nacionais presentes no evento estão Edu Passareli (especialista em cervejas e cervejeiro caseiro), André Leme Cancegliero (sócio-proprietário da Cervejaria Urbana), Luís Celso Jr (jornalista, sommelier de cervejas e blogueiro), Marina Pascholati (Cervejeira da Blondine), Victor Marinho (Cervejeiro caseiro e proprietário da Hophead Brewing Consulting) e Frederico Ming (Cervejaria Capitu) e Alexander Weckl, da Cooperativa Agrária Agroindustrial.

As inscrições, que dão direito a assistir a todas as palestra e painéis, custam R$ 300. A programação ocorre na sexta e no sábado, das 9h às 19h.

Já no domingo, das 11h às 19h, acontece a festa de encerramento na Associação Cecília. Aberta ao público, a festa terá participação de cervejarias especiais, show e food trucks.

Para inscrições e mais informações sobre as palestras, acessehttp://acervapaulista.com.br.

Serviço
Festival de Cervejeiros – ACervA Paulista
Quando e onde:
20 e 21 de novembro, das 9h às 19h
Instituto da Cerveja Brasil fica na Avenida das Carinás, 417, em Moema.
22 de novembro, das 11h às 19h
Associação Cecília fica na Rua Vitorino Carmilo, 449, em Santa Cecília.
Quanto: R$ 300 para dois dias de palestras e painéis
Festa no domingo (22) tem entrada gratuita
Mais informações e inscrições: http://acervapaulista.com.br

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

16/11/15

 

Published in: on 16 de novembro de 2015 at 9:54  Deixe um comentário  

Já ouviu falar em vinho laranja? Descubra a bebida coringa da harmonização

Junior Lago/UOL

VinhosLaranjas

Os vinhos laranjas combinam a estrutura dos tintos e a acidez marcante dos brancos, par perfeito para vários pratos, de carnes de caça a pescados e queijos. Veja a seguir algumas das opções de rótulos disponíveis no mercado para experimentar

Você conhece o vinho laranja? Ele é tendência no exterior, mas ainda é um ilustre desconhecido para a maioria dos apreciadores de vinhos no Brasil. “Tecnicamente, o laranja é um vinho branco de maceração prolongada, feita com o uso não só do suco da uva, mas também de suas cascas, como ocorre com os tintos”, diz a chef Lis Cereja, da Enoteca Saint Vin Saint, em São Paulo.

Por conta dessa particularidade, o vinho laranja combina a estrutura dos tintos e a acidez marcante dos brancos, o que faz dele um par perfeito para uma miríade de pratos, de carnes de caça a pescados e queijos. Dependendo do tempo de contato com as cascas das uvas, sua coloração fica mais clara ou mais escura, com tons que variam entre palha, dourado, alaranjado, ocre e âmbar.

A Enoteca Saint Vin Saint é um dos poucos locais a privilegiar os laranjas, com uma carta exclusiva só para eles. São garrafas provenientes dos principais produtores mundiais dessa variedade, como Itália e Eslovênia – com alguns brasileiros no meio. “Muitos vinhateiros estão apostando nesse estilo no Sul do país”, afirma Lis.

Naturalmente
Por ser adepta dos vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos – produzidos com um mínimo (ou nenhum) acréscimo de substâncias químicas, como conservantes – a chef encantou-se ao ouvir falar desse tipo de vinho, cuja produção privilegia o resgate de técnicas ancestrais.

A tendência começou com o italiano Josko Gravner, considerado o “papa” do vinho laranja. Sua fazenda fica em Collio, na região do Friuli-Venezia Giulia, fronteiriça com a Eslovênia – daí o motivo de alguns dos principais vinhos laranjas virem também desse país. Nutrindo um interesse cada vez maior por antigos métodos de produção vinícola, Gravner, no final da década de 1990, começou a apostar em técnicas como o uso de ânforas de barro e a maceração de uvas brancas com suas cascas.

“Esse método de produção é milenar. O costume atual de vinificar o branco só com o mosto, sem as cascas, é bem recente – presume-se que tenha uns 150 anos”, lembra Gilberto Medeiros, presidente da Sbav – Associação Brasileira dos Amigos do Vinho. “O laranja é o ancestral do vinho branco”.

As importadoras Piovino e Decanter, em São Paulo, são das poucas a apostar nesse tipo de vinho. Por ser elaborado de maneira mais artesanal, a produção é menor, o que os encarece. Embora seja possível encontrar bons vinhos laranjas a partir da faixa de R$ 90, como o italiano Catavela (R$ 97, na loja virtual da Piovino), a exclusividade tem um preço: dependendo do produtor, os rótulos desse estilo podem passar dos R$ 600. “São vinhos bastante especiais, que ficam meses em contato com as cascas e depois levam anos maturando”, diz Leandro Mattiuz, sommelier da Decanter.

Vinho coringa
Em termos sensoriais, os especialistas concordam em uníssono que os laranjas são algo bastante notável. “São ricos em perfil aromático, pois transitam entre o tinto e o branco. Sentem-se os taninos na boca, há mais corpo e mais estrutura, com muitas notas de frutas secas, ervas, amêndoas e um fundo mineral”, completa o sommelier. Carolina Escobar, sommelière e proprietária da loja virtual Winebio, destaca ainda as notas oxidativas presentes nos laranjas. “Não há aquele frescor no aroma, à primeira vista parece que o vinho está oxidado. Mas ao prová-lo, nota-se uma acidez muito agradável na boca, além de uma estrutura interessante”.

Graças a essas características, a harmonização possível atinge um amplo espectro. “Se eu tivesse de escolher um vinho coringa, seria o laranja”, afirma Leandro. O sommelier aponta que as carnes que ficam entre as brancas e as vermelhas são perfeitas para acompanhar esse estilo de vinho, como porco, codorna, bacalhau, galinha d’angola, javali. Lis Cereja concorda com a versatilidade desse estilo: adora combinar os laranjas com tipos variados de queijo. “São vinhos muito complexos. Têm acidez, tanino, aromas. A maceração com as cascas é que traz essa complexidade”, lembra a chef.

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

13/11/15

Published in: on 13 de novembro de 2015 at 9:56  Deixe um comentário  

7 fatos que você precisa saber sobre bacon e embutidos

Outubro se foi, mas ficou marcado como o mês em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) colocou o bacon e embutidos na lista negra do câncer. Com base em estudos, a organização afirma que o consumo constante e excessivo destes produtos pode levar à doença.

A polêmica tomou conta da internet e muitos amantes do bacon, cozinheiros, chefs e fãs contestaram a notícia em manifestos nas redes sociais.

Por fim, a OMS emitiu outro comunicado declarando que mesmo estando na lista dos condenados, ao lado do tabaco e do álcool, o consumo moderado deste tipo de alimento não oferece tanto risco assim à saúde.

Mas o que tem nestes alimentos que gera tanta polêmica e divide opiniões? Confira a seguir alguns fatos esclarecedores que você deve saber sobre os ingredientes mais queridos do seu sanduíche.

 

Reprodução/Ohiolovesbacon

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1. O que é o bacon?

O bacon é resultado de uma técnica para conservar a carne por meio de cura e defumação. É preparado a partir das camadas da pele do porco geralmente da barriga (incluindo uma parte do lombo). É praticamente a mesma matéria-prima do torresmo ou toucinho.

O preparo começa com a salga e a cura da barriga de porco. Neste ponto temos o que os italianos chamam de pancetta, aquela usada no macarrão à carbonara. Para virar bacon é preciso defumar a frio ou no calor. Muitos fabricantes usam atualmente fumaça artificial.

 

Wikipedia

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2. O que são os embutidos?

Em inglês, embutidos são chamados “sausages”, uma derivação de sal, para designar a mistura de carnes picadas, salgadas e embutidas em um tubo comestível. Surgiram da necessidade de aproveitar aparas de carnes que seriam descartadas, transformando-as em um alimento saboroso. Há embutidos frescos e cozidos, como linguiças, fermentados, como salames, e processados, como salsichas e mortadelas.

 

Getty Images

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3. O papel do sal

O sal está sempre presente nos diferentes processos de fabricação dos embutidos, curados e defumados. Ele tem como função conservar a carne, provocando a perda de água e inibindo o crescimento de microrganismos.

O nitrato e o nitrito são outros sais importantes na conservação de carnes. O nitrito é eficaz contra a bactéria do botulismo e também é responsável pela cor avermelhada nos embutidos. Em geral, ele aparece em produtos que serão cozidos. Já o nitrato é usado em peças que serão fermentadas, pois, ao longo do processo, eles passarão por reações que o transformarão em nitrito, o que melhora o sabor e evita o ranço.

O ponto principal é que esses dois componentes, se usados em quantidades acima do recomendado, passam de mocinhos a vilões altamente nocivos à saúde.

 

Thinkstock

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4. A salsicha e o papelão

Não se sabe ao certo de onde veio, mas todo mundo já ouviu a história da salsicha de papelão. O fato é que é praticamente impossível que uma empresa consiga burlar a lei a ponto de incluir esse tipo de “ingrediente” em um produto comestível. Em geral, a salsicha é um subproduto, feito a partir do aproveitamento de sobras de carnes diversas e por isso, barato. Isso significa que são usadas carnes mecanicamente separadas dos ossos por diferentes processos industriais que podem envolver componentes químicos.

Além disso, muitas salsichas levam proteína isolada de soja e aditivos como sal, especiarias, conservantes, aromatizantes e corantes. Já os produtos artesanais são feitos exclusivamente com pedaços de carne bovina, suína ou de aves, aos quais são adicionados gordura, sal, nitrito e especiarias. Essa massa é processada até emulsionar como uma maionese e então ensacadas nos tubos de tripa.

 

Getty Images

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5. E o salaminho?

O salame, diferente de outros embutidos, passa por um processo de fermentação antes da cura. Assim como ocorre nos queijos, são adicionados fermentos que reagem com a carne, gerando o ácido láctico. Graças a esse processo, as proteínas e gorduras dos embutidos fermentados são transformadas em moléculas intensamente saborosas.

 

Getty

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6. E as linguiças?

As linguiças que geralmente fritamos e assamos em casa são consideradas embutidos frescos. Não passam por processos de cura, secagem, fermentação nem defumação. Os pedaços de carne suína, bovina ou de aves são cortados ou moídos, temperados e ensacados em tripas naturais ou sintéticas. Levam antioxidantes e nitritos na composição. Mas ainda assim são altamente perecíveis e, por isso, devem ser mantidas em geladeira e consumidas em curto prazo. Já as linguiças defumadas (como calabresa e paio), que ficam fora da geladeira nos mercados, passam pelos processos de conservação, como cura e defumação.

 

Getty Images

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7. O que são antioxidantes?

Primeiro é importante dizer o que é oxidação. A mioglobina presente na carne, em contato com o oxigênio, sofre reações instáveis, alterando a cor do alimento para um tom amarronzado desagradável. Por isso, os fabricantes procuram ressaltar a cor natural da carne com o uso de antioxidantes. O mais usado é o ascorbato de sódio ou de potássio, um sal derivado da vitamina C que também ajuda a evitar o ranço das gorduras presentes nas carnes.

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

12/11/15

Published in: on 12 de novembro de 2015 at 10:39  Deixe um comentário  

Aposte na beterraba: veja como comprar e preparar este ingrediente versátil

Tadeu Brunelli/Divulgação

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Beterraba dá nova cor (e mais sabor) para o risoto.

 

Ela pode ser servida quente ou fria, tem cor chamativa e potencial para virar muito mais do que mera salada: a beterraba é um ingrediente que merece ser melhor explorado. Se bem preparada, ela rende pratos maravilhosos, com leve toque açucarado.

A beterraba não se limita a aparecer ralada e crua na salada, ao lado de cenouras. Há quem faça uma versão colorida de homus (pasta à base de grão-de-bico) com a raiz, e que aproveite o vegetal para tingir risotos e tapiocas. Até as folhas da beterraba são comestíveis e muito saborosas. O limite é a imaginação do cozinheiro.

Veja a seguir como escolher bem o vegetal na feira ou no supermercado e outras formas de dar nova cor e sabor para seus pratos.

 

Como escolher

iStock

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Tamanho não é importante quando se trata de beterrabas: pequenas ou grandes, o importante é que elas tenham casca uniforme e estejam firmes ao toque. Beterrabas que parecem enrugadas ou esponjosas não estão mais tão frescas. As folhas devem ser firmes e de cor bem viva -elas são muito nutritivas e podem ser refogadas, ou ainda picadas e servidas como salada.

 

Como conservar

Leonardo Wen/Folhapress

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Retire as folhas bem rente ao talo e conserve a beterraba na geladeira, em saco plástico, por até 15 dias. Se for utilizar as folhas, conserve-as em recipiente plástico na geladeira por até uma semana. Para congelar, é melhor cozinhar o vegetal primeiro: a beterraba crua fica muito mole depois de descongelada.

 

Preparo sem sujeira

Divulgação

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Beterrabas podem ser consumidas cruas, mas ficam saborosas quando cozidas ou assadas. Para evitar panelas ou formas “tingidas” de vermelho, cozinhe a beterraba ainda com a casca – e, se for preparar a raiz no forno, forre a forma com papel alumínio. Descasque após esfriar. Para saber se a beterraba está pronta, espete uma faca: ela deve estar macia o suficiente para ceder sem esforço.

 

E combina com o que?

Divulgação

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A parceira inseparável das beterrabas na salada costuma ser a cenoura. Mas o ingrediente também combina muito bem com laranjas (especialmente em sucos) e queijos cremosos, especialmente os de cabra. Outras combinações campeãs incluem nozes e pecãs, cominho e – acredite – chocolate: a raiz costuma ser usada em bolos e doces por conta de seu sabor doce.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
11/11/15
Published in: on 11 de novembro de 2015 at 11:14  Deixe um comentário  

Em programa, chef ensina a fazer leite condensado e Nutella

Divulgação

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Raiza Costa e seu sous chef Lancelote vão ensinar sobremesas em “Rainha da Cocada”

 

“Quero inspirar as pessoas a se aventurarem na cozinha sem medo e mostrar a elas a diferença entre um doce e uma sobremesa.” É isso que Raiza Costa espera de seu novo programa, o “Rainha da Cocada” que estreia nesta segunda-feira (9) no GNT.

Fascinada por sobremesas, Raiza começou um canal no YouTube há cinco anos e não esperava muito dele, apenas que fosse um escape criativo e um lugar onde ela pudesse compartilhar suas receitas. Ele foi muito além disso.
“Quando criei o canal, cozinhar ainda não estava na moda e o formato dos meus vídeos conquistou o público”, conta. Raiza não faz publicidade de produtos e chega a demorar duas semanas para editar um vídeo. Com tanta dedicação, o resultado de seu trabalho chegou: ela é a protagonista de uma websérie, a Dulce Delight, faz parte do canal do chef britânico Jamie Oliver e, agora, terá um programa diário na TV brasileira.
Faça você mesmo
Com um programa 100% autoral, as receitas apresentadas no programa vão de Bolo de Tequila à clássica Torta de Banana.
E prepare-se para aprender muito, o intuito do programa também será mostrar que os ingredientes não nascem nas estantes do mercado. “Vou ensinar a fazer em casa produtos que são difíceis de serem encontrados ou muito caros, como mascarpone, crème fraîche, cream cheese, extrato de baunilha e creme de avelã”.
Dulce Delight
Segunda a sexta, às 19h – GNT

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
10/11/15
Published in: on 10 de novembro de 2015 at 10:41  Deixe um comentário  

Com dólar alto, iguarias nacionais tomam lugar de importadas

Em vez de geleia francesa, doces do rincão gaúcho; em vez de shortbread cookie escocês, biscoitos amanteigados de Nova Friburgo; em vez de marzipã alemão, por que não frutas cristalizadas de Carmo de Minas?

Em resposta à alta do dólar, essas são algumas das alternativas oferecidas pelo empresário carioca Hélio Casagrande na delicatessen Cosa Nostra, no Rio, que outrora contava com mais de 80% de produtos importados.

 BBC Brasil
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Hélio Casagrande reduziu importados e aposta em nacionais para manter preços acessíveis em sua loja

A substituição de importações é um dos efeitos do dólar batendo na casa dos R$ 4, levando empresários como Casagrande a abrir mais espaço para produtos brasileiros. Sua loja em Ipanema continua a oferecer itens estrangeiros, mas os nacionais são agora quase metade dos produtos à venda.

Na outra ponta, setores da indústria brasileira como os de vinhos e queijos estão se beneficiando de mais espaço nas prateleiras de lojas e mercados.

Casagrande afirma que está “dançando conforme a música” – como fez para atravessar os anos de hiperinflação e os sucessivos planos econômicos dos anos 1980.

“Estamos nos reinventando. Descobrimos um nicho bacana, de produtos regionais que fomos buscar em cidadezinhas no país todo”, afirma. “Eles têm preços mais acessíveis e uma qualidade fantástica que agrega valor.”

Ele espera que os preços mais em conta ajudem a impulsionar as vendas na loja – que, com a crise econômica, caíram quase 30%.

O freio no consumo vem atingindo o comércio como um todo, com quedas consecutivas de vendas desde o começo do ano.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a intenção de consumo das famílias atingiu neste mês o menor nível desde que o índice começou a ser calculado, em 2010.

A CNC acaba de revisar a retração esperada este ano de -2,9% para -3,6%. Será o primeiro resultado negativo desde 2003.

A vez do vinho nacional?

Com a pressão do dólar sobre produtos importados, indústrias nacionais como as do queijo e do vinho acabam sentindo um efeito colateral positivo.

De acordo com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), dados preliminares do mercado interno indicam que, do ano passado para cá, a venda de vinho branco nacional teve aumento de 5%; de tinto, 8%; e de espumantes, mais de 20%.

Para o gerente de promoção do Ibravin, Diego Bertolini, o momento é oportuno para aumentar a presença do produto nacional em um mercado que ainda tem preconceito com o vinho brasileiro.

“O dólar alto é um dos fatores que está ajudando o vinho brasileiro a ganhar competitividade. A gente nunca viu supermercados e distribuidores querendo trabalhar o vinho brasileiro com tanta força”, afirma.

O varejo costuma ter maior rentabilidade com vinhos importados, afirma. Com o dólar alto, porém, o produto estrangeiro se torna menos lucrativo, pois empresários vêm reduzindo a margem de lucro para manter os preços competitivos.

O fator novela

Dentro deste cenário, o espaço para o vinho nacional tende a crescer, explica Bertolini. E o fato de a atual novela das seis da Rede Globo ter como palco o mundo do vinho também ajuda. A trama de é ambientada na Serra Gaúcha, principal polo produtor do país, com profissionais do vinho como protagonistas.

“Isso vai ajudar a impulsionar as vendas de vinhos e espumantes no fim do ano”, aposta ele.

O viés positivo é um alento para uma indústria que também sofre com a alta de matérias-primas importadas, como a cortiça, e o aumento das tarifas elétricas.

“Não é um ano fácil. A rolha é importada, a produção das garrafas demanda muita eletricidade, a maior parte dos insumos aumentou. A nossa margem (de lucro) também está diminuindo. Mas, ao contrário de outras categorias, para nós o momento é interessante e temos que aproveitar para consolidar o setor”, diz.

Ele descreve o sentimento em relação à crise com um “emoticon” imaginário: “Não é que estejamos rindo de uma orelha a outra. É uma carinha triste, mas com um sorrisinho discreto”.

Efeito “turista rico”

Esse efeito “gangorra” do dólar alto, com os impactos negativos e se equilibrando, também é sentido em restaurantes, sobretudo os que estão na rota de turistas estrangeiros.

É o caso do Le Pré Catelan, em Copacabana. Dono de uma estrela Michelin desde abril, quando a prestigiosa publicação francesa distribuiu suas primeiras distinções no Brasil, o restaurante do Hotel Sofitel sente ao mesmo tempo com o efeito-crise – que aperta os gastos dos clientes brasileiros – e o efeito-real-barato – que abre as mãos dos estrangeiros.

“Com a crise, os brasileiros estão preocupados com o futuro e diminuindo os gastos. Vão a restaurantes mais baratos, pensam bem no que vão escolher e, quem sabe, vão preferir tomar uma cerveja em vez de um vinho”, diz Roland Villard, chef executivo do Sofitel.

Para os estrangeiros, porém, por um punhado de dólares pode-se chegar muito mais longe. O Brasil – e o Rio, mesmo com seus preços proibitivos – de repente ficou muito mais barato para quem chega com moedas fortes.

“Para qualquer estrangeiro ficou mais interessante vir ao Brasil. Porque podem gastar mais e aproveitar mais a viagem com o mesmo dinheiro”, diz Villard.

Como exemplo da disposição extravagante, ele conta que a casa vendeu alguns vinhos da linha superior na última semana – na faixa de R$ 5 mil a garrafa.

Ainda assim, a estratégia não é a de se apoiar nos comensais estrangeiros. O chef afirma que, para não afastar a clientela nacional, os preços do restaurante não acompanham a inflação.

“Adaptamos o menu para segurar os preços e manter o movimento, de modo a evitar prejuízo sobre o resultado final”, afirma.

Na rede carioca Zona Sul, que tem 35 lojas distribuídas pela cidade, o vice-presidente comercial Pietrangelo Leta afirma que o volume de vendas vem se mantendo. As pessoas estão segurando os gastos na rua – e seu negócio ganha com isso, afirma.

“Muita gente está trocando o cinema pelo Netflix, o restaurante pela refeição em casa. Acho que muitos clientes vão fazer essa substituição”, considera.

Mesmo no fim do ano, quando a compra de produtos importados para as ceias natalinas pode sofrer um baque, Leta aposta no contrário.

“Com a variação cambial, muita gente vai deixar de viajar no fim do ano. Então a ceia pode ficar mais rica para compensar. O cliente vai deixar de fazer aquela viagem para a Itália ou para a Argentina, então vai fazer uma ceia mais caprichada, convidar mais gente”, avalia.

Ele afirma que a rede não vai reduzir o foco em produtos importados, que atualmente representam cerca de 16% da gama ofertada. Porém, tem buscado saídas para amenizar o impacto para o consumidor, como parcerias com fornecedores antigos para conseguir condições de compras mais vantajosas e redução da margem de lucro.

Natal antecipado

Semana que vem o empresário Hélio Casagrande já inaugura a decoração natalina na sua delicatessen em Ipanema. Um Papai Noel de 1,50 m estará saudando os clientes na porta com um animado “Ho! Ho! Ho!”. Diante da perspectiva de as vendas natalinas caírem, ele resolveu começar mais cedo.

“A gente sabe que o nível de estresse de todo mundo é muito grande em relação à política e à economia. Mas não acredito que as pessoas vão deixar de comprar coisas para o Natal.”

Ele dá exemplo das alternativas nacionais que ele vêm oferecendo aos seus clientes. Os 200 g de patê de foie gras nacional saem a R$ 39,80, contra R$ 139 pelo francês; o queijo de ovelha da Serra da Mantiqueira custa R$ 25,90, enquanto o manchego espanhol, também de ovelha, sai a R$ 39 (150g); e os biscoitos amanteigados de Friburgo custam R$ 9,90, versus os R$ 39,90 pelos shortbread cookies escoceses.

A quem não se dispõe a pagar R$ 390 por uma champanhe Louis Roederer, ele sugere um espumante Dal Pizzol em edição comemorativa, a R$ 149.

Seja qual for a escolha etílica, porém, a dica de todos os entrevistados é estocar bem a adega até o fim de novembro, já que em dezembro começa a valer o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre vinhos, espumantes e destilados – decretado pelo governo em setembro como parte das medidas para equilibrar as contas públicas.

E aí, seja com variantes nacionais ou importados, o brinde a 2016 custará um pouco mais ao consumidor.

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

09/11/15

Published in: on 9 de novembro de 2015 at 10:11  Deixe um comentário  

Brasileiros criam hambúrguer de caju com fibras descartadas

Ana Elisa Sidrin / Eco Desenvolvimento

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Hambúrguer de caju pode ser uma boa alternativa para compor dietas com restrição ao consumo de proteína animal

As fibras do caju são geralmente descartadas nas fábricas de suco, mas a Embrapa Agroindústria Tropical no Ceará desenvolveu uma maneira de reutilizá-las: criando duas formulações de hambúrguer cujo principal ingrediente é exatamente essas fibras.

A primeira receita criada busca a produção industrial, sendo misturada com proteína de soja, além de outros ingredientes, e requer equipamentos industriais.

O hambúrguer de caju tem apenas metade das calorias do seu similar de carne bovina.

Já a outra tem como base proteica o feijão-caupi (também conhecido como feijão-de-corda) e foi planejada para a produção doméstica, com o objetivo de oferecer uma alternativa de renda a agricultores familiares.

Mudanças no produto

“Percebemos que existiam alguns problemas, que o pessoal reclamava que era muito fibroso, de difícil digestão e o sabor não era lá muito bom. Resolvemos fazer algumas misturas com outros produtos para aumentar o teor de proteínas e melhorar a questão sensorial”, explica Janice Lima, pesquisadora da Embrapa, em entrevista à Tribuna do Ceará.

“Usamos tanto a massa de feijão – semelhante a massa do acarajé -, quanto a proteína isolada de soja. Um pensando em uma produção mais caseira e o outro pensando numa produção mais industrial”, completa.

O hambúrguer de caju tem apenas metade das calorias do seu similar de carne bovina e pode ser uma boa alternativa para compor dietas com restrição ao consumo de proteína animal.

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

04/11/15

Published in: on 4 de novembro de 2015 at 10:08  Deixe um comentário  

Seis dicas para não passar vergonha ao pedir um café em Portugal

Giuliana Miranda

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Célebre Café A Brasileira, em Lisboa, era frequentado por Fernando Pessoa

 

Tomar um cafezinho na rua é um ritual português. Um estudo feito pela Associação Industrial e Comercial do Café indicava que nada menos do que 78% do consumo de café em Portugal acontecia fora de casa.

De manhã, à tarde e até depois do jantar. Há sempre uma pastelaria (estabelecimento que é meio confeitaria, meio padaria) pronta para servi-lo. Entre um gole e outro, os portugueses aproveitam para comentar a política, fazer negócios ou simplesmente pensar na vida.

Talvez por isso exista todo um universo de palavras para se referir ao tema. Sendo assim, escolhi seis dicas para que o leitor do blog consiga desfrutar seu cafezinho em todo o esplendor local.

Tiago Irrepupavel/Flickr/CC

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O café expresso em Portugal é um pouco menor do que no Brasil

1. Xícara é chávena
Parece bobagem, mas é bom esclarecer:  em terras lusas o recipiente em que o café vai ser servido chama-se chávena. A palavra xícara costuma ser usada para chás.

2. Em Lisboa, peça uma bica

Na capital e arredores, café é sinônimo de bica. Há quem diga que se trata de um acrônimo para “beba isto com açúcar”, inventado para difundir o consumo da bebida quando o café chegou ao país.

No Porto e em outros lugares do Norte, a expressão não é usada. Algumas pessoas mais velhas falam cimbalino —uma referência às primeiras máquinas de café expresso que chegaram ao país, as italianas La Cimbali. 

3. Café com leite: no copo ou na xícara?

Quem quer beber um café com leite na xícara deve pedir uma meia-de-leite. Como o próprio nome indica, é um café mais ou menos com a mesma quantidade de leite. 

Já no galão o café com leite é servido em um copo. Aqui é mais comum também explicar a proporção de leite desejada. Um galão claro tem mais leite e um galão escuro, mais café. 

4. O expresso é quase um shot

A maioria dos portugueses costuma apreciar cafés fortes. Por norma, os expressos servidos por aqui são um pouco menores do que os do Brasil. 

Para quem, como eu, prefere um pouquinho mais de bebida, vale pedir um longo.

Como a proporção aqui já é menor, um café curto pode ser tomado quase que em um gole só…

5. Cuidado com o carioca de limão

Um café carioca, assim como no Brasil, é um café mais fraco. Em geral, é o segundo café tirado de um mesmo pó.

Também é comum por aqui pedir um carioca de limão. Bem menos comum no Brasil (embora exista em alguns lugares), este aqui nem café tem. É simplesmente água quente com uma fatia de limão, servida em uma chávena.

6. Cafezinho tem de ser barato

Portugal tem um dos cafés mais baratos da Europa. Quando os portugueses se deparam com um café de 1€ (cerca de R$ 4,4), já acham caro. 

Não aceite ser enrolado. O preço médio costuma oscilar entre 0,50€ e 0,70€. 

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

03/11/15

Published in: on 3 de novembro de 2015 at 9:41  Deixe um comentário  

Comidas típicas ajudam refugiados em SP

Projetos sociais gastronômicos se espalham pela cidade

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Márcio Fernandes/ Estadão

 

O estômago, sempre ele, a unir culturas – separadas por quilômetros e, no caso dos refugiados, cicatrizes as mais variadas. Plataformas virtuais e eventos em São Paulo procuram, por meio das culinárias típicas, ajudar esses imigrantes e, de quebra, oferecer diferentes opções gastronômicas aos paulistanos.

É o caso do Sabores & Lembranças, cuja primeira etapa aconteceu no fim dô mês, no food park PikNik Faria Lima (Av. Rebouças, 3128, Pinheiros, a partir das 11h, entrada grátis). “Trata-se de ótima oportunidade para que essas famílias consigam se estabelecer no Brasil e começar seu próprio negócio”, comenta a idealizadora do Piknik, Monica Noda.

Por meio do projeto, idealizado pelo Instituto de Reintegração do Refugiado – mais conhecido como Adus –, a partir de novembro, uma vez por mês o food park irá disponibilizar um quiosque par que uma família de refugiados possa servir pratos típicos de seu país. Até o momento, já são 12 cadastrados. Na primeira etapa da ação, o espaço foi utilizado para divulgar a proposta, com lançamento de campanha de financiamento coletivo – para compra de equipamentos e mantimentos – e shows musicais de artistas sírios e africanos. “O projeto coloca os refugiados na posição de protagonistas da atividade”, argumenta Marcelo Haydu, fundador do Adus e criador do Sabores & Lembranças. O primeiro refugiado do cardápio é o sírio Talal Al-tinawi, de 42 anos. Engenheiro mecânico, no Brasil tem atuado somente na culinária.

O Migraflix, iniciado há cerca de um mês, promove aulas de imigrantes. Dos seis workshops já divulgados, cinco são de gastronomia. “Sabemos o quão complicado é para eles chegar em um país sem conhecer o idioma e sem poder trabalhar na área em que são formados. A primeira coisa que eles têm para oferecer é a sua cultura, os seus costumes, sua gastronomia”, disse Rodrigo Delfim, idealizador do programa.

A refugiada síria Muna Darweesh, de 35 anos, irá ensinar no próximo dia 20 alguns pratos típicos de seu país. Ela dava aulas de inglês na Síria, mas com a intensificação do conflito em seu país mudou para o Brasil há um ano e meio com o marido, que é engenheiro naval, e os quatro filhos. Sem saber português e sem conseguir emprego, o casal começou vender comida no centro de São Paulo.

“Fazemos esfirras e doces e vendemos sob encomenda e na rua. No começo, não conseguimos creche para as crianças e tínhamos que levá-los junto com a gente para vender as comidas”, conta Muna. Ela disse estar feliz em voltar a dar aula, mesmo não sendo na sua área de formação.

As aulas custam R$ 90 por pessoa e 80% do valor é repassado para o imigrante. “As pessoas que procuraram as aulas até agora estão sensibilizadas com os refugiados e querem aprender mais sobre a cultura deles, até para poder ajudá-los”, explica Delfim. Em outubro, ainda estão programadas aulas de gastronomia camaronesa, marroquina e peruana.

Histórico receptáculo de imigrantes das mais diferentes nacionalidades, não é a primeira vez que São Paulo tem, recentemente, um projeto que difunde a comida caseira de cada pátria de refugiados. Em 2011, o Sesc, em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, organizou um a serie de encontros gastronômicos tendo sempre à frente um estrangeiro. Ao longo de três meses, na unidade Sesc Carmo, foram servidos pratos preparados por refugiados de Angola, Colômbia, Congo, Peru, Iraque, Nepal e Sérvia. Depois, as receitas foram integradas em um livro.

Dos cerca de 8,4 mil refugiados que vivem no Brasil – de 81 nacionalidades diferentes – calcula-se que quase a metade, 4 mil, residam na cidade de São Paulo.

 

Dany Lederman

Fonte: Estadão

30/10/15

Published in: on 30 de outubro de 2015 at 9:56  Deixe um comentário  

Jamie Oliver abrirá segundo restaurante italiano no Brasil

O restaurante Jamie’s Italian do chef britânico Jamie Oliver abrirá sua segunda filial no Brasil. A unidade será inaugurada no Parque D.Pedro Shopping, em Campinas – interior de São Paulo – até o final deste ano. No momento, o estabelecimento está em processo de recrutamento de funcionários.

Divulgação

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Jamie Oliver está recrutando funcionários para trabalhar em seu novo restaurante no Brasil

 

O Jamie’s Italian chega à cidade com a proposta de oferecer um ambiente descontraído “com serviço simpático e comida excepcional”. A segunda unidade brasileira ganhará ambientação e decoração exclusiva para incorporar a história regional.

A unidade apresentará algumas novidades no cardápio, como pizza e chopp, além de oferecer um serviço de vallet exclusivo para clientes. A cozinha estará sob o comando do chef Lisandro Lauretti.

O Jamie’s Italian Campinas será o 61º restaurante da marca e o segundo no Brasil. A primeira unidade foi inaugurada em 2008 na cidade de Oxford , na Inglaterra. Atualmente são 42 no Reino Unido e 18 filiais espalhadas pelo mundo.

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

29/10/15

Published in: on 29 de outubro de 2015 at 9:21  Deixe um comentário  

Peixe, chuchu, alga e até barba: veja ingredientes inusitados de cervejas

No reality show “Cervejantes”, exibido às quintas-feiras no canal fechado +Globosat, os participantes escolhem incluir ou não um ingrediente secreto em suas criações. As sugestões são dadas pela produção do programa e valem até três pontos na competição, caso sua presença seja percebida por Leonardo Botto, mestre-cervejeiro e jurado.

Longe de ser uma prática rara, a adição de ingredientes além dos quatro básicos que fazem uma cerveja (água, lúpulo, malte e fermento) está difundida no mundo todo, com exceção da Alemanha, e chega a ser típica de algumas escolas. O UOL Comidas e Bebidas listou alguns dos elementos mais comuns nas bebidas dos quatro cantos para inspirar sua busca por novos sabores.

 

Escola Belga

Desde os primórdios da produção de cerveja, os belgas incluem de tudo nas suas receitas. De acordo com a tradição do país, frutas, especiarias e até açúcar têm a função de produzir bebidas bastante alcóolicas e, ao mesmo tempo, muito leves. O exemplo mais comum disso é o estilo witbier, uma cerveja de trigo com adição de sementes de coentro e cascas de laranja, como a brasileira Schornstein Witbier (foto).

Divulgação

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Escola Britânica

Elementos que destacam as características dos maltes típicos, como café, chocolate e até leite são a presença típica. Nas chamadas milk stouts, também conhecidas como sweet ou cream stouts, a lactose acrescentada não é fermentada pela levedura, deixando um dulçor residual na bebida. É o caso da Mikkeller Milk Stout, que apesar de ser produzida por uma cervejaria norueguesa, emula o estilo inglês (foto).
Reprodução
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Escola Americana

Famosa por sua tendência extremista e criações radicais, a escola americana capricha na adição de elementos diferentes. Além do típico bacon e da clássica abóbora de halloween, ingredientes com um apelo de marketing se fazem presentes, como Viagra, maconha e até a barba do cervejeiro, como é o caso da Rogue Beard Beer, feita com os pelos faciais do mestre da casa (foto).
Reprodução
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Coisa de japonês

Ingredientes típicos japoneses como wasabi, dashi (caldo de peixe) e alga nori já fazem parte de cervejas por aí. Da própria ilha, rótulos com peixe e wasabi despertam surpresa, mas a gastronomia do sol nascente ainda ultrapassou as fronteiras nacionais e foi inspirar os escoceses da Williams Bros Brewing, que criaram a Kelpie Seaweed Ale, com algas (foto).
Reprodução
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Aqui no Brasil

Por aqui, a onda é valorizar os produtos típicos da terra, sejam frutas ou plantas e até madeiras. Criações com adição de jabuticaba, pequi, erva-mate, pinhão, açaí, cumaru, rapadura têm forte sotaque regional, o que evidencia um fortalecimento do mercado nacional. E há ainda as cervejarias movidas pela irreverência, como a Urbana e sua Chuchupa, uma american pale ale com chuchu (foto).
Divulgação
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Danny Lederman
Fonte: Portal UOL
28/10/15
Published in: on 28 de outubro de 2015 at 11:49  Deixe um comentário  

Estrogonofe, sushi… Veja pratos estrangeiros com versão brasileira

Seja por questão de gosto, para compensar um ingrediente mais caro (ou raro) ou ainda por invencionice pura e simples, o fato é que a versão brasileira de alguns pratos estrangeiros não tem quase nada a ver com sua origem. Nem por isso eles deixam de ser saborosos, claro, mas vale a pena conhecer algumas das combinações originais e as transformações que passaram para se tornarem “coisa nossa”.

Estrogonofe

Mauro Holanda/Divulgação
Strogonof
O prato de origem russa é feito, em sua origem, com creme de leite azedo e servido somente com arroz ou ainda macarrão como acompanhamento – ou seja, nada de batata palha por cima. Outras adaptações da receita para diferentes paladares incluem o uso de carne de frango, peixe ou camarões, ou mesmo a inclusão de molho de tomate entre os ingredientes…

Sushi e sashimi

Wikipedia
Sushi
Que sushi frito (o popular “hot roll”), com cream cheese ou recheado com frutas não devem ser muito tradicionais, você provavelmente já desconfiava. Mas sabia que o sushi de salmão, estrela de dez entre dez rodízios, não é invenção japonesa também? O peixe só entrou na receita nos anos 1980 – isso porque o salmão pescado no Japão é considerado de baixa qualidade. Foram os noruegueses que venderam a ideia de que o peixe do Atlântico Norte poderia, sim, ser servido na forma de sushi. O resto é história: a predileção dos brasileiros pelo salmão acabou fixando esta versão do prato no imaginário – e nos menus dos rodízios de sushi, outra invenção bem brasileira.

Filé à parmegiana

Antônio Rodrigues/Divulgação
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O clássico das cantinas não é italiano de origem. O filé à parmegiana, na verdade, é uma mistura de dois pratos italianos clássicos: o bife à milanesa e a berinjela à parmegiana. Acredita-se que o prato tenha tido origem em São Paulo, fruto da saudade dos imigrantes italianos que acabaram amalgamando as duas receitas em um só prato, para a alegria de muita gente.

Pizza

Getty Images
Pizza
O assunto é bem polêmico, mas não dá para negar: a pizza servida no Brasil não é, de fato, a mesma da origem na Itália. Na matriz, o prato é individual, de massa mais fina e com gama de recheios bem menos fartos e variados que a versão verde-amarela. Para os italianos, os sabores mais tradicionais (e, para os muito puristas, os únicos permitidos) são a Marinara (com molho de tomate, azeite, óregano e alho) e a Margherita (com muçarela e manjericão fresco). Nada de pizza de chocolate ou de frango com Catupiry (invenção brasileiríssima) – e, principalmente: nada de ketchup ou mostarda, como acontece em algumas regiões brasileiras.

Bolo Floresta Negra

Divulgação
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A Schwarzwälder Kirschtorte foi criada em 1905 na Alemanha e ganhou o mundo. O ingrediente mais destacado da receita original não é tanto o chocolate, mas sim o kirsch, bebida alcoólica à base de cerejas usado para regar o bolo – e que é considerado obrigatório na Alemanha para que o doce possa ser vendido com o nome de Floresta Negra. No Brasil, cerejas frescas e kirsch não são tão fáceis de achar, por isso muitas versões do bolo são servidas com cerejas em calda e sem o componente alcoólico.
Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
27/10/15
Published in: on 27 de outubro de 2015 at 14:01  Deixe um comentário  

Festival Peru Week serve menu a preço fixo em 11 casas de São Paulo

Paulinho de Jesus/Riconcito Peruano

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Lomo a Lo Pobre, do Riconcito Peruano

 

De 22 de outubro a 8 de novembro, São Paulo recebe o Peru Week, festival que ocorre também em outras nove cidades do Brasil promovendo a culinária e a cultura peruanas.

Em São Paulo, 11 estabelecimentos participam do festival, incluindo restaurantes e food trucks. Os preços variam para cada casa, mas o menu inclui entrada, prato principal e sobremesa por um preço fixo.

Na região central, o Riconcito Peruano serve opções como Ceviche Mixto, Arroz Con Mariscos, Lomo a lo Pobre e Calsa Rellena, de prato principal. De sobremesa, Torta Helada ou Alfajor.

Confira abaixo as casas e os preços dos menus. Para ver o menu completo, acesse o site www.peru.travel/peruweekbrasil.

Tubaína
Quanto: R$ 69,90
Onde: Rua Haddock Lobo, 74, Consolação
Mais informações: www.tubainabar.com.br

Via Café
Quanto: R$ 75
Onde: Av Jacutinga, 365 – Moema
Mais informações: (11) 5051-7551 e www.viacafe.net

Restaurante La Peruana
Quanto: R$ 85
Onde: Alameda Campinas, 1357 – Jardim Paulista
Mais informações: (11) 3885-0148 ewww.laperuana.com.br

Restaurante La Mar
Quanto: 
R$ 95
Onde: Rua Tabapuã, 1410
Mais informações: (11) 3073-1213 ewww.lamarcebicheria.com.br

Rinconcito Peruano
Quanto: R$ 60
Onde: Rua Aurora 451 – Santa Efigênia,
Mais informações: (11) 3361-2400 e www.rinconcito.com.br

Food Truck La Peruana
Quanto:
R$ 35
Onde: Local varia conforme o dia; veja agenda no site
Mais informações: (11) 3885-0148 e www.laperuana.com.br

La Cevicheria
Quanto:
R$ 29,90
Onde: Rua dos Pinheiros 444, Pinheiros
Mais informações: www.facebook.com/LaCevicheriaSP

Restaurante Aleja
Quanto:
R$ 70
Onde: Av. Carlos de Campos, 155 – Pari
Mais informações: (11) 2291-5301 e www.alejarestaurante.com.br

Cocina Criolla
Quanto:
R$ 65
Onde: Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 624 – Vila Olímpia
Mais informações: (11) 2893-8334 e www.cocinacriolla.com.br

Restaurante Killa Novoandino
Quanto:
R$ 68
Onde: Rua Tucuna, 689 – Perdizes
Mais informações: www.killa.com.br

Huaco Restobar
Quanto:
R$ 65
Onde: Rua Fradique Coutinho, 832 – Pinheiros
Mais informações: www.facebook.com/Huaco-Restobar-Perua

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

23/10/15

Published in: on 23 de outubro de 2015 at 11:37  Deixe um comentário  

Você sabe como as pessoas brindam em outros países?

Brindar não igual em todos os países. E quem acha que é só encostar os copos, como fazemos aqui no Brasil, está errado.
De tradições a costumes engraçados, cada país tem uma maneira diferente de brindar. Saiba como é em cada canto do planeta e não cometa gafes.

Egito

Você raramente verá o seu copo vazio quando estiver saindo com amigos egípcios. Lá, mais importante que o brinde são os copos estarem sempre cheios: quem se serve deve servir também todas as outras pessoas da mesa. Não hesite em pegar a garrafa e encher o seu copo, mas lembre-se de completar os dos seus amigos também.

Rússia

Bebida é coisa séria na Rússia: para eles, beber juntos é uma demonstração de confiança e amizade, portanto, jamais recuse uma bebida. E acostume-se a beber vodca, ela é a principal bebida consumida pelos russos e não deve ser misturado com mais nada. Deixe o suco, o energético e até a caipirinha para outra ocasião, o importante é brindar e beber com eles.

China

As chances de você ficar bêbado mais rápido na China são grandes: para brindar, eles bebem de uma vez a primeira dose da bebida e, em seguida, colocam o copo sobre a mesa de ponta cabeça para mostrar a todos que ele está realmente vazio. Depois desse “ritual”, você pode beber normalmente e sem pressa.

Alemanha

Conhecidos por serem adoradores de cervejas, o brinde dos alemães é um pouco parecido com o dos brasileiros: batendo os copos. A diferença é que eles batem a base dos copos, canecas ou garrafas que estão segurando. E é importante que quem está brindando olhe nos olhos das outras pessoas.

República Checa

Quem está acostumado a tirar fotos de brindes não vai se dar bem na República Checa. Lá, assim como na Alemanha, é essencial olhar nos olhos da pessoa com quem está brindando no momento em que os copos se tocam. Dizem que desviar o olhar e beber em seguida dá azar. Por via das dúvidas, é melhor deixar a selfie para outra hora.

Holanda

Na Holanda, o brinde para quem bebe uísque pode ser engraçado e diferente de um brinde normal: com as mãos pra trás, uma pessoa joga um gole da bebida na sua boca e você deve beber e, em seguida, tomar uma cerveja. Depois, os holandeses degustam o uísque como você está acostumado.

Grécia

Quem brinda com sucos, refrigerantes ou água na Grécia, pode ter azar. Pelo menos é isso o que os gregos acreditam. Na hora do brinde, a pessoa mais importante é o anfitrião. As pessoas costumam se dirigir a ele e dizer “stin igia mas”, que significa “à nossa saúde”.

Itália

Comer e beber são duas coisas importantes para os italianos, por isso, durante as refeições, eles não bebem nada além de água e vinho. Para evitar olhares estranhos não peça nada diferente e experimente os vinhos que forem oferecidos a você. E lembre-se: brinde sempre com o vinho, não com a água.

Hungria

Se você estiver em algum lugar que a cerveja seja servida em canecas, não brinde batendo-as com a dos seus amigos. A questão é histórica: em 1848, 13 revolucionários foram executados e os assassinos brindaram dessa maneira. Até hoje o comportamento é visto como ofensivo pelos húngaros.

Turquia

É comum turcos oferecerem um copo do clássico Raki, um licor de uva com sabor de anis, também conhecido como leite de leão. Não recuse. É também de bom gosto pedir uma garrafa inteira para que todos à mesa brindem em vez de pedir uma dose apenas para você.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
22/10/15
Published in: on 22 de outubro de 2015 at 12:14  Deixe um comentário  

Em Israel, restaurante dá desconto a árabes e judeus que comerem juntos

Divulgação/Facebook/Humus Bar

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No Humus Bar, em Israel, árabes e judeus ganham desconto no homus

 

Em meio a uma onda de violência entre Israel e palestinos, um restaurante teve uma ótima ideia: mesas com judeus e árabes ganham 50% de desconto no prato de homus.

Segundo o jornal online The Times of Israel, o restaurante Humus Bar criou a promoção como resposta à intolerância de extremistas e tentando dar um pequeno passo para unir as pessoas.

Em um post no Facebook em 12 de outubro, quando a promoção começou, o restaurante publicou que para eles não existem árabes ou judeus, mas sim seres humanos.

Segundo o gerente Kobi Tzafrir, o desconto chamou a atenção e eles já atenderam diversas mesas com árabes e judeus almoçando ou jantando juntos, além de turistas que souberam da iniciativa e quiseram ver de perto. “Se existe algo que pode unir as pessoas, é o homus”, disse Tzafrir ao The Times of Israel.

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

21/10/15

Published in: on 21 de outubro de 2015 at 12:23  Deixe um comentário  

Feijão com Arroz: veja outros lugares onde a famosa combinação faz sucesso

Arroz com feijão: quer combinação mais brasileira do que essa? Pois acredite: a tão popular mistura, parte da vida cotidiana do país, faz bonito em outros lugares pelo mundo.

Seja no menu festivo de Nova Orleans, na forma de bolinhos no Japão ou ainda carregado de temperos na Índia, muitas maneiras de servir arroz com feijão – seja variando o preparo ou o tipo dos grãos, servindo tudo junto na mesma panela ou então deixando que cada conviva escolha a quantidade que preferir.

Veja abaixo algumas das formas como a rima “um, dois, feijão com arroz” é servida mundo afora.

 

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Moros y Cristianos

A receita cubana une arroz com feijão em uma só panela: primeiro, o feijão preto é cozido com cebolas e temperos e, em seguida, é adicionado o arroz. O nome é uma referência à herança espanhola da ilha ? os “moros” são os muçulmanos, representados pelos feijões, enquanto o arroz representa os “cristianos”, ou cristãos, que disputaram o território da Península Ibérica no passado.

 

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Red Beans and Rice

Um dos pratos mais emblemáticos da região norte-americana da Louisiana também une o arroz com feijão-mulatinho. A mistura, que também leva pimentões, linguiça e ossos de porco para dar sabor, era o prato favorito da lenda do jazz Louis Armstrong e é até hoje servida em grandes festas como o Mardi Gras (terça-feira de Carnaval).

 

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Mochi

Arroz e feijão também podem virar sobremesa, acredite. No Japão, os dois ingredientes são servidos na forma de “mochi”, bolinho com massa de arroz que pode ser recheado com vários produtos, incluindo uma pasta adocicada à base de feijão. A dupla de ingredientes também é servida em ocasiões festivas – o “sekihan”, ou arroz vermelho, é uma mistura de arroz com feijão azuki que, dizem, traz sorte para quem o come.

 

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Rajma

Feijão cozido com muito tempero e servido ao lado do arroz branco não é exclusividade brasileira: os indianos também tem a sua receita. O “rajma” tem influência portuguesa – foram eles quem introduziram o feijão-mulatinho na Índia. Cozido com cebolas, tomates e temperos como gengibre, coentro, cominho e “garam masala” (combinação típica de especiarias), o prato é um dos mais consumidos na região norte do país.

 

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Gallo Pinto

A autoria do prato é uma disputa quente entre Honduras e Costa Rica, e parte da cultura dos dois países. Preparados como o “moros y cristianos” de Cuba, mas com um toque de coentro e caldo de galinha para cozinhar os grãos, é um prato do dia a dia dos dois países, servido com carne e ovos fritos. Variações da receita são encontradas em outros países da América Latina, como Peru e Colômbia.

 

Danny Lederman

Fonte: Portal UOL

20/10/15

Published in: on 20 de outubro de 2015 at 12:35  Deixe um comentário  

Curitiba ganhará novo mercado gastronômico, a Mercadoteca

Divulgação/Amarildo Henning

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No Campo Comprido, a Mercadoteca quer se tornar um ponto de encontro de amigos e um polo de gastronomia da cidade.

 

Abre as portas em Curitiba, na segunda quinzena de outubro, a Mercadoteca, um mercado gastronômico que oferece um mix diversificado de produtos e serviços em um único lugar. O empreendimento quer se tornar um ponto de encontro entre os curitibanos que queiram produtos frescos ou ainda uma refeição em família e entre amigos.

Instalada no Campo Comprido, a Mercadoteca irá funcionar todos os dias da semana, reunindo serviços como padaria, açougue, hortifrúti, peixaria, floricultura, sorveteria, empório e cervejaria. Além de serviços de mercado, o empreendimento reúne restaurantes dos mais diferentes estilos gastronômicos.

Entre os estabelecimentos instalados na Mercadoteca estão a Doce Fado, Degusto Café, JPL Burgers, Gelataio e Vino! Bar, por exemplo. A área de alimentação conta com mesas coletivas, para pequenos grupos, além de balcões com assentos individuais. Além disso, o público poderá aproveitar um deck externo, junto às lojas.

O espaço vai promover também diversas ações ao longo do ano, como feiras temáticas, festivais gastronômicos, lançamentos de produtos, cursos voltados para a área da gastronomia, exposições artísticas e degustações orientadas.

A Mercadoteca foi implantada na rua Paulo Gorski, número 1309, no bairro Campo Comprido, e funcionará de segunda-feira a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos, das 10h às 18h30.

Serviço
Mercadoteca
Quando: Inauguração na segunda quinzena de outubro, sem data definida.
Funcionamento de segunda-feira a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos, das 10h às 18h30
Onde: Rua Paulo Gorski, 1309, Campo Comprido – Curitiba
Quanto: Entrada franca
Mais informações: Pelo site site www.mercadoteca.com.br ou pelo telefone (41) 3205-3901

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

16/10/15

Published in: on 16 de outubro de 2015 at 9:18  Deixe um comentário  

Rio recebe etapa brasileira da Copa do Mundo de Pâtisserie

Uma disputa com muito açúcar e talento vai selecionar os representantes brasileiros para uma Copa do Mundo bem doce: uma competição mundial que premia os melhores chefs confeiteiros do planeta.

A seletiva brasileira da Copa do Mundo de Pâtisserie acontece nesta quarta-feira (14) no Rio de Janeiro, durante a feira Sinrha Rio, voltada para o mercado hoteleiro.
Na competição, os confeiteiros terão seis horas para trabalharem com chocolate ou açúcar, de acordo com suas especialidades, e irão preparar tortas de frutas, sobremesas e peças artísticas. Os dois chefs selecionados vão participar da etapa latino-americana, no México, no ano que vem, que irá definir quem participa da final mundial, na França, em 2017.

Bocuse d’Or

A Copa do Mundo de Pâtisserie não é a única competição que acontece durante a feira. Nos dias 15 e 16, também acontece a seletiva brasileira do Bocuse d’Or, competição que busca os melhores chefes do mundo.

O júri, composto por nomes como Alex Atala, Tusyoshi Murakami e Roberta Sudbrack, entre outros, escolherá o representante do país entre oito participantes. O chef selecionado irá competir na etapa sul-americana no ano que vem. Os melhores do mundo, por sua vez, se enfrentam em Lyon, em 2017.

 

Dany Lederman

Fonte: Portal UOL

14/10/15

Published in: on 14 de outubro de 2015 at 15:42  Deixe um comentário  

Brasil é o principal destino de azeites chilenos desde 2014

O azeite extra virgem chileno, apresentado como resultado de “azeitonas saudáveis”, com amargor e picância com toques de ervas finas, amêndoas, tomate e até mesmo banana, tem o Brasil como principal importador no mercado latino desde 2014, segundo dados apresentados pela associação ChileOliva.

De acordo com a entidade que reúne os 37 principais produtores de azeite extra virgem chileno, no primeiro semestre deste ano o Brasil foi o principal destino do produto em valor FOB (quando custos como seguro e frete ficam a cargo do comprador), com 35% das exportações, superando os Estados Unidos (32%).

“Acreditamos que a excelente aceitação do azeite se deve às características do produto, que tem baixa acidez, sabores frescos, equilíbrio entre matizes picantes e amargas, além dos benefícios à saúde. No quesito qualidade, estamos bem posicionados no mundo”, explicou a gerente geral da ChileOliva, Gabriela Moglia, à Agência Efe.

Em 2014, o Brasil se tornou o destino da maior parte das exportações de azeites chilenos, superando os Estados Unidos, que lideraram o ranking até 2013.

No mundo, o produto ocupa a nona posição em volume de exportações, com menos de 1% do total. O número é considerado significativo para Moglia, já que o azeite chileno compete no ranking com os aclamados espanhóis, italianos e portugueses.

Durante uma masterclass de apresentação e degustação de sete das principais marcas de azeite realizada ontem em um hotel de São Paulo, especialistas mostraram as características sensoriais provenientes do território chileno onde são cultivadas as azeitonas, além de explicar o potencial mercado no Brasil.

Cerca de 70% das oliveiras chilenas são destinadas à produção de azeite extra virgem, e 30% para azeitonas de mesa. Ao todo, são 24 mil hectares de plantações com uma produção de 17 mil toneladas de azeite extra virgem entre os meses de maio e julho.

“A ChileOliva iniciou a campanha com o compromisso de investir na qualidade das exportações para atrair novos públicos e fidelizar os apreciadores do azeite extra virgem. E este foi o primeiro passo para fortalecer os laços comerciais com o Brasil”, detalhou Oscar Paez, diretor do ProChile Brasil, escritório responsável pelas atividades comerciais entre os dois países.

Junto com a produção de azeites premiados, o vinho e o cultivo de salmão chileno também são produtos de grande valor promocional no Brasil por meio de eventos realizados com especialistas e representantes do setor.

Exemplo disso foi a renovação da marca Salmon de Chile até 2017 no mês passado, em São Paulo, mostrando a versatilidade gastronômica dos produtos chilenos.

Uma das estratégias da ChileOliva é disponibilizar receitas de doces com azeite, como sorvete e mousse de chocolate para atrair a atenção e o interesse dos consumidores no Brasil em busca de azeite de qualidade, segundo explicou Moglia.

 

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

09/10/15

Published in: on 9 de outubro de 2015 at 11:14  Deixe um comentário  

Aprenda a salvar a decoração do seu bolo sem ser o Cake Boss

A temporada dos programas de culinária está em alta na televisão, reforçada com a estreia da “Batalha dos Confeiteiros”, comandada pelo confeiteiro norte-americano Buddy Valastro na Record.

O Cake Boss é conhecido, entre outras coisas, pelas decorações chamativas de seus bolos – coisa que gerou uma série de imitadores e inspirou muita gente a imitar os modelos em casa. Se o gosto para fazer bolos é sua praia, mas sacos de confeiteiro, fondant e pasta americana são seus inimigos jurados, saiba que dá para salvar a decoração do doce sem precisar de pirotecnia nem de grandes equipamentos.

O primeiro cuidado para decorar bolos é esperar que a massa esteja fria antes de começar a aplicar a cobertura. Para garantir uma superfície mais reta, corte uma camada fina do topo do bolo com uma faca serrilhada. Espalhe uma fina primeira camada de cobertura por cima do bolo e espere secar antes de aplicar uma segunda camada – se necessário, coloque o bolo na geladeira. Isso ajuda a “segurar” as migalhas no lugar, dando um acabamento mais interessante para o doce.

Veja a seguir outras sugestões sugestões para turbinar os bolos caseiros e conquistar elogios na hora da sobremesa, mesmo não sendo nenhum discípulo do Cake Boss.

 

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Ganache salvadora

É o clássico da decoração de bolos: na dúvida, apele para quantidades generosas de ganache para cobrir o topo e as laterais do doce. Deixe a calda esfriar um pouco antes de espalhar pelo bolo, mas aja depressa: depois de fria, a cobertura é mais difícil de manipular. Não tem espátula especial para alisar o topo? Vale usar as costas de uma colher de sopa, sempre empurrando a calda do meio do bolo para fora.

 

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A cereja (e os morangos) no topo

Qualquer bolo com uma boa calda ou cobertura de chantilly fica ainda mais charmoso com frutas frescas no topo. O clássico são morangos (cortados ou não), mas frutas vermelhas, maçãs carameladas e até detalhes com frutas secas ou mesmo gengibre em calda também rendem ótimas decorações comestíveis.

 

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Brigadeiro, caramelo…

Cobrir o bolo com brigadeiro mole, calda de caramelo ou ainda com chantilly misturado com morangos também são boas sugestões para um acabamento delicioso e que não demanda tanta prática em decoração. Para as laterais, cubra com raspas de chocolate, granulados, raspas de coco ou ainda com castanhas de caju.

 

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Suspiros

Ainda no topo do bolo: se você não está confiante para manejar o saco de confeiteiro e fazer bicos com glacê ou chantilly, use suspiros prontos para decorar. Junto com raspas de chocolate, é uma maneira deliciosa e rápida para esconder eventuais calombos da massa.

 

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Colorindo com confeitos

Não se limite ao granulado de chocolate tradicional na hora de decorar o bolo: invista em confeitos coloridos, bolinhas de arroz, granulados diferentes e itens como açúcar granulado colorido ou glitter comestível (à venda em lojas de produtos de confeitaria). Para as laterais, vale colocar chocolates recheados ou lâminas de chocolate próprias para enfeites.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
07/10/15
Published in: on 7 de outubro de 2015 at 9:35  Deixe um comentário  

Conheça os queijos mais comuns nos mercados do país e tire proveito deles

Pela legislação brasileira, queijo é o produto fresco ou curado obtido por coagulação e remoção do soro do leite, seja ele integral ou desnatado. Ele pode ser fresco, curado ou curado por bolores; também pode ser gordo, semi-gordo ou magro; assim como pode ter massa dura ou mole. Portanto, é um universo amplo e variado, com forte sotaque regional.

Cada região do país tem seu queijinho local, frequentemente produzido artesanalmente, inclusive com leite cru. Devido às restrições das leis sanitárias, no entanto, muitas dessas delícias não podem atravessar fronteiras estaduais. O jeito então é tirar o melhor dos queijos que estão ao alcance, nas prateleiras dos supermercados.

Mussarela

A mussarela amarelinha e com alto potencial para se derreter é o queijo mais consumido no país. Ela é uma versão da mozzarella original, a italiana, que por aqui se assemelha mais ao que conhecemos como mussarela de búfala. As principais diferenças se devem ao leite das vacas brasileiras e italianas -que, por sua vez, se devem ao tipo de pasto que cada uma come. A mussarela nacional vai bem temperada e servida como petisco, à temperatura ambiente, mas brilha mesmo quando derretida. Assim, ela estrela pizzas, massas, sanduíches e o que mais a criatividade permitir.

Prato

O queijo prato é outro do tipo ‘versão brasileira’. Foi criado em Minas Gerais, na década de 20, influenciado pela imigração europeia e inspirado em variedades dinamarquesas (como o danbo e tybo) e holandesas (como o edam e gouda). Hoje vendido em diversos formatos, no princípio ele só vinha no formato de bola e foram suas fatias circulares as responsáveis pelo nome de prato. Embora fique atrás da mussarela nesse quesito, também apresenta boa “derretência” e sua textura macia e sabor suave casam muito bem com frios e embutidos.

Minas

O estado de Minas Gerais é um grande celeiro de excelentes e variados queijos artesanais, mas a maioria só pode ser degustada lá. Então vamos nos ater aos dois tipos encontrados no supermercado, o frescal e o padrão. A diferença entre ambos é a maturação: enquanto o primeiro é vendido fresco, ou seja, assim que é produzido, o segundo passa ainda por uma salga e um período de descanso, de um mês em média, antes de estar pronto para consumo. O resultado final é que o minas frescal tem menos gordura e menor tempo de validade do que o minas padrão.

Coalho

Ao contrário de bons exemplares locais, a variedade disponível no supermercado é produzida com leite pasteurizado e fermento químico, e consumida fresca, com pouca ou nenhuma maturação. Característico do Nordeste, o queijo de coalho, ou simplesmente coalho, arrebatou as demais regiões primeiro pelo espetinho assado vendido na praia. Sua massa compacta quase não derrete, mas cria uma casquinha tostada irresistível, ótima para gratinar. Além de grelhado, fica muito bom como petisco, acompanhado de mel e geleia de pimenta, e em pratos típicos como o baião-de-dois e a cartola.

Parmesão

O parmesão é um queijo italiano que tem denominação de origem controlada, ou seja, só podem ser chamados assim se forem produzidos na região onde a receita nasceu. Isso significa que os exemplares produzidos aqui são “tipo parmesão”. Sua massa dura e textura granulada, além do sabor adocicado e picante, conquistaram o mundo. Sua capacidade de tostar, faz dele o queijo ideal para gratinar qualquer coisa, além de ser excelente para finalizar massas e risotos. Também faz ótima figura acompanhando carnes curadas nas tábuas de queijos e frios.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
05/10/15
Published in: on 5 de outubro de 2015 at 16:29  Deixe um comentário  

Cardápio real: chef conta segredos de dieta de Elizabeth II

A rainha, que bateu o recorde no trono da Inglaterra, gosta de manteiga, produtos sazonais e não come amido à noite

A Rainha Elizabeth II tornou-se oficialmente o mais longo monarca a reinar no Rieno Unido na última quarta-feira (9), completando 63 anos e 217 dias no trono, marca que supera sua tataravó, a rainha Vitória, que reinou de 1837 e 1901. Claro que muita coisa mudou ao longo dessas seis décadas, mas segundo o ex-chef real Darren McGrady, 52 anos, que trabalhou mais de uma década no comando da cozinha do Palácio de Buckinghan, a dieta da rainha não sofreu muitas mudanças. As informações são do jornal Daily Mail .

Foto: Paul Grover / Getty Images

O cozinheiro, que foi encarregado tanto de menus diários quanto de banquetes para chefes de Estado, como Bill Clinton e George Bush, afirmou que a rainha gosta muito de alimentos da estação, como morangos colhidos de sua horta em sua residência de verão em Balmoral. “Ela nunca comia morangos em janeiro”, afirmou. Janeiro é inverno no Hemisfério Norte.

Darren afirmou que a rainha adora manteiga e cremes, mas equilibra as refeições com alimentos leves, como frango grelhado e salada. Disciplinada, segundo o chef, a monarca evita amidos à note, e não come batatas, arroz e macarrão no jantar. Ele acrescentou que Elizabeth não é uma “comilona”, mas se alimenta para viver.

Rainha Elizabeth II não come morango quando não é época da fruta e evita batatas no jantar

Rainha Elizabeth II não come morango quando não é época da fruta e evita batatas no jantar

Foto: iStock

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

01/10/15

Published in: on 1 de outubro de 2015 at 10:58  Deixe um comentário  

Rede de fast-food lança hambúrguer de pão preto no Brasil

Divulgação

Sucesso no Japão, hambúrguer preto chega no Brasil

Sucesso no Japão, hambúrguer preto chega no Brasil

 

Depois do sucesso no Japão e em homenagem ao Dia das Bruxas, o Burger King traz para o Brasil o hambúrguer em pão preto.

Nas lojas a partir do dia 29 de setembro, o Whopper Halloween ficará disponível até o final de outubro.

O lançamento não é exclusividade brasileira: todas as lojas do mundo da rede terá o hambúrguer, que tem carne bovina, fatias de queijo, bacon, molho barbecue, maionese cremosa alface, tomate e cebola, além, claro, do inusitado pão preto com sabor churrasco.

Diferente do hambúrguer japonês, que tinha também o queijo preto, por aqui apenas o pão terá uma cor diferente.

 

Danny Lederman

Fonte: Portal UOL

30/09/15

Published in: on 30 de setembro de 2015 at 10:25  Deixe um comentário  

Dieta rica em frutos do mar pode prevenir contra depressão

Risco da doença diminui cerca de 20% em homens e 16% em mulheres que consomem peixes

Pessoas que comem mais peixe podem ter menos chance de depressão, afirma um estudo recente. Conforme sugerem os pesquisadores, o ômega 3 presente nos frutos do mar seria capaz de alterar a membrana do cérebro além de modificar a atividade dos neurotransmissores, dopamina e serotonina, que atuam no desenvolvimento da doença. As informações são do Daily Mail .

Foto: iStock

 

A pesquisa aponta que homens com uma dieta rica em peixes tiveram os riscos de depressão reduzidos em 20%; para as mulheres, as chances caíram 16%.

Apesar dos resultados obtidos no estudo, no entanto, os pesquisadores alertam que mais análises são necessárias para comprovar essa relação entre frutos do mar e depressão de forma mais aprofundada.

“A associação entre o consumo de peixes e o risco de depressão ainda é controverso”, explica o professor de medicina Dongfeng Zhang. De acordo com ele, ainda não há uma análise específica que indique qual é o componente do fruto do mar responsável por previnir a doença.

“O grande consumo de peixe também pode estar relacionado a uma dieta mais nutritiva, que pode contribuir para diminuir os riscos de depressão”, completa Zhang.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com depressão, e esse número deve aumentar.

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

29/09/15

Published in: on 29 de setembro de 2015 at 9:31  Deixe um comentário  

Bife de quê?! Conheça peças exóticas de carne servidas ao redor do mundo

Seu repertório de churrasco se limita a boi, frango ou porco? Acredite: quando se trata de colocar carne na mesa, o menu pode ser bastante extenso.

Em alguns países, encarar cozido de crocodilo, salsicha de avestruz, sashimi de cavalo ou bisteca de bisão não é coisa de desenho animado: é o cardápio do dia!

Conheça abaixo alguns dos cortes de carne mais diferentes do mercado mundo afora e se prepare para se surpreender.

Carnes exóticas

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Cavalo

Carne de cavalo é um sucesso em alguns países da Europa – notoriamente na Itália, onde é servida como carpaccio, em cozidos e até salame – e no Japão. No arquipélago asiático, o chamado “sakuraniku” é uma iguaria para poucos, servido na forma de sashimi ou ainda como espetinhos.
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Baleia

O animal é consumido em países como Canadá, Noruega, Islândia e Japão. O povo esquimó, residente no estado norte-americano do Alasca, caça baleias duas vezes por ano e estocam o alimento, base de sua dieta, durante todo o inverno. Todas as partes da baleia são aproveitadas, até mesmo as nadadeiras e os testículos – que, recentemente, foram alvo de polêmica depois que uma marca islandesa de cerveja fez uma bebida usando os órgãos sexuais de baleia como base para uma bebida sazonal.
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Avestruz

De cor bem vermelha e com pouca gordura, a carne de avestruz ainda é pouco conhecida no Brasil, mas é grande sucesso em países como a África do Sul. Os antigos egípcios já consumiam as aves, de sabor adocicado e bem macio, que permite ser preparada de várias formas.
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Canguru

Os aborígenes australianos já caçavam cangurus para consumo, mas em tempos modernos a carne do animal só foi legalizada para consumo e venda no país em 1993. Os supermercados na Austrália vendem diversos cortes do animal, como filés, carne moída e “Kanga Bangas” – salsichas com carne de canguru.
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Bisão

O animal, encontrado nos Estados Unidos, esteve à beira da extinção por conta da caça indiscriminada. De sabor forte e com menos colesterol do que carne de boi, ele é base para diversos pratos, além de aparecer no formato de hambúrgueres e até como recheio de salsichas para cachorro-quente.
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Crocodilo e jacaré

Alguns fornecedores de carnes exóticas vendem jacarés no mercado por aqui, com autorização do Ibama para a criação do animal em cativeiro. No exterior, a carne branca é bastante apreciada. O corte mais nobre é o rabo do animal, vendido como filé. Jacarés costumam ter a carne um pouco mais dura, portanto é recomendado que ele seja marinado em bebidas alcoólicas antes do preparo.
Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
28/09/15
Published in: on 28 de setembro de 2015 at 14:10  Deixe um comentário  

Leve uma vida mais saudável! Veja 3 receitas com quinoa

Rica em fibras e proteínas, a quinoa promove sensação de saciedade e segura a fome por mais tempo

Quer emagrecer com saúde e de forma saborosa? Aposte nas receitas com quinoa. O nutriente pode ser consumido em forma de grãos, flocos ou farinha, substituindo o trigo na preparação de pães e bolos, por exemplo.

Rico em fibras, o alimento contribui para o emagrecimento através do aumento da saciedade. Confira três receitas que levam quinoa, da entrada à sobremesa, e deixe sua dieta mais deliciosa e saudável.

 

Benefícios das receitas com quinoa

Por serem ricas em proteínas e fibras, essas receitas com quinoa auxiliam no fortalecimento muscular, principalmente para aqueles que praticam atividades físicas. Além disso, o alimento possui grandes quantidades de ômega 3 e 6, importantes aliados na prevenção de doenças cardiovasculares e na redução do colesterol.

O consumo da quinoa auxilia também na prevenção da osteoporose e da hipertensão, devido ao cálcio presente em sua composição. A semente atua, ainda, no bom funcionamento do sistema nervoso, na manutenção muscular e na síntese de hormônios, graças às vitaminas do complexo B que fornece ao organismo.

Também rico em zinco, o alimento age no fortalecimento do sistema imunológico e nos processos de cicatrização do corpo. Além disso, é um ingrediente essencial para quem possui a doença celíaca, já que não contém glúten.

Algumas receitas:

Salada de quinoa com frango, rúcula e amêndoas

Ingredientes:
– 100g quinoa cozida
– 5 tomates cereja
– 6 folhas de rúcula
– Raspas de ½ limão-siciliano
– Suco de ½ limão-siciliano
– 2 colheres de sopa de amêndoas tostadas
– 3 colheres de sopa de azeite
– 200g de peito de frango magro
– 100ml de vinho branco
– 2 dentes de alho picados
– Sal e pimenta a gosto
– 50ml de vinagre balsâmico
– 50ml de mel.

Modo de Preparo:
Tempere o frango no alho com vinho, suco de limão, sal e pimenta. Deixe descansar por cerca de meia hora. Corte o frango em cubos e grelhe em fogo alto até dourar. Junte com o vinagre balsâmico e o mel e deixe os líquidos reduzirem pela metade. Reserve.
Em seguida, junte os ingredientes da salada em um recipiente, tempere com azeite, sal e limão. Sirva com os cubos de frango por cima.

Hambúrguer de quinoa

Ingredientes:
– 500g de quinoa em grãos
– 120g de queijo brie
– 200g de farinha de rosca
– 350g de cenoura
– 400g de cebola
– 20ml de azeite.

Modo de Preparo:
Cozinhe a quinoa junto com metade da cebola por cerca de dez minutos. Corte a cenoura e cozinhe por 15 minutos. Coe e bata tudo no liquidificador até virar uma pasta homogênea. Em seguida, derrame o azeite em uma frigideira, junte o restante da cebola e refogue a massa até secar a água.
Deixe esfriar e vá colocando a farinha de rosca aos poucos. Divida a massa em quatro partes, separando-as pela metade. Recheie com queijo brie e feche com o restante da massa. Modele com as mãos em formato de hambúrguer.
Unte uma frigideira e coloque o hambúrguer. Salpique sal e deixe por cinco minutos de cada lado. Essa receita pode ser servida com legumes grelhados e no pão de sua preferência.

Cookies de quinoa

Ingredientes:
– 2 xícaras de chá de farinha de trigo orgânica
– ½ xícara de chá de quinoa em flocos
– 1 xícara de chá de mel puro
– 4 colheres de sopa de manteiga clarificada sem sal
– 1 colher de chá de fermento químico
– 1 ovo caipira inteiro
– 100g de gotas de chocolate 70% cacau.

Modo de Preparo:
Misture todos os ingredientes, menos as gotas de chocolate, com as mãos. Prepare uma massa homogênea. Em seguida, faça pequenas bolinhas e distribua em uma forma untada com manteiga.
Antes de colocar no forno, achate a massa com os dedos para formar os cookies. Decore com as gotas de chocolate. Asse em forno preaquecido a 180 graus por aproximadamente 15 minutos.

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

24/09/15

Published in: on 24 de setembro de 2015 at 15:13  Deixe um comentário  

Saiba todos os truques para preparar uma milanesa gostosa e perfeita

A milanesa é uma técnica culinária que serve principalmente para deixar qualquer coisa deliciosa. Aquela casquinha morena, sequinha e crocante é, por si só, sedutora e irresistível, não importa o que ela esteja envolvendo. Seja um belo bife, um camarão, um ovo cozido, uma massa de bolinho ou um ramo de brócolis, o importante é que ela não encharque nem desmorone.

Conheça a seguir, os macetes para empanar qualquer coisa e garantir a sua milanesa na textura perfeita.

Tipos de empanamento

São dois os tipos principais de empanamento: o austríaco, com farinha de trigo, ovo e farinha de rosca; e o italiano, só com ovo e farinha de rosca. Essas são as linhas gerais, mas todo mundo dá seu toque especial. Os puristas costumam preferir a farinha feita em casa, de preferência com pão italiano, enquanto os mais ousados apostam até na farinha japonesa tipo panko. Nem o ovo é unanimidade: pode ser usado inteiro ou só a gema, bem batido ou só misturado.

Empanando tudo

Quase tudo pode ser empanado e frito – e, assim, até papelão deve ficar gostoso. Mas na hora de escolher seu ingrediente principal, tenha em mente que quanto menos água ele soltar, melhor será o resultado da casquinha crocante. Desse modo, um bife fino é mais fácil de trabalhar do que um medalhão, por exemplo. Já os legumes devem ser pré-cozidos, escorridos e enxugados antes de passarem no ovo e na farinha.

O bife é o clássico

A técnica é uma das mais versáteis e pode ser aplicada a quase tudo que é de comer, mas o empanado clássico é mesmo o bife. Embora a receita original da cidade de Milão envolva costeleta de vitela, a tradição nacional é usar cortes bovinos como filé mignon, alcatra, patinho ou coxão mole, com cerca de um dedo de espessura. Depois, para garantir uma altura homogênea, bate-se a carne com a parte lisa do martelo.

A fritura importa

Há quem prefira usar um pouco de manteiga, com ou sem uma colher de azeite para não queimar, e quem não abra mão da imersão em óleo. Qualquer que seja o método escolhido, fundamental mesmo é que a temperatura seja suficientemente alta para a fritura ser rápida. Assim, garante-se a crocância e a aderência da casquinha, ao mesmo tempo em que diminui a chance de a sua milanesa encharcar de gordura.

Temperos e misturas

Além de uma pitada de sal, tanto a farinha quanto o ovo comportam uma série de temperos que podem enriquecer o prato. Pimentas secas como a preta, a branca e a calabresa, ervas como tomilho, alecrim e orégano, e especiarias como cominho e noz-moscada, podem ser agregados à receita para adicionar complexidade de sabor. Até um queijo parmesão ralado vale para se somar à casquinha. E, qualquer que seja o ingrediente empanado, o mínimo que se pode fazer é cobri-lo de alho bem picadinho antes.
Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
22/09/15
Published in: on 22 de setembro de 2015 at 10:23  Deixe um comentário  

Jamie Oliver indica 14 alimentos para chegar até os 100 anos

Defensor de uma alimentação saudável para viver melhor, Jamie Oliver já iniciou uma campanha para melhorar as refeições escolares de crianças e agora dá dicas de como conseguir viver mais. O chef viajou pelo mundo e reuniu 14 alimentos ‘heroicos’ que, segundo ele, podem ajudar a chegar aos 100 anos. As informações são do Daily Mail.

Para uma vida mais longa, Jamie orienta que o consumo de carne seja reduzido a duas porções por semana, e a maioria das calorias seja ingerida na primeira parte do dia, e não à noite. Além dos alimentos selecionados, o chef alerta que os hábitos alimentares influenciam muito na longevidade e, para isso, um café da manhã farto e jantar ‘humillde’ são os costumes de populações com alta expectativa de vida que devem ser adotados.

Para escolher os 14 alimentos da lista, Jamie viajou para Costa Rica – onde a expectativa de vida é de 100 anos-, Okinawa, no Japão, e para a ilha grega Ikaria, todos conhecidos por suas dietas saudáveis, e observou os alimentos mais usados por essas populações.

“Não é sobre bebidas verdes. É sobre cozinhar de forma inteligente com alimentos simples… Eles usam ingredientes modestos para preparar os pratos mais simples e saborosos que já provei”, declarou o chef.

Veja os alimentos que ajudam a prolongar a expectativa de vida:

1. Ovos
2. Leite de cabra
3. Peixe
4. Batata doce
5. Verduras e especiarias
6. Tofu
7. Nozes
8. Feijão preto
9. Frutas frescas
10. Alga marinha
11. Arroz arbório
12. Alho
13. Camarões
14. Pimenta

Dany Lederman

Fonte: Portal TERRA

21/09/15

Published in: on 21 de setembro de 2015 at 10:16  Deixe um comentário  

De panela a maçarico: dupla cria loja que empresta material de cozinha

Quem gosta de cozinhar mas não tem muito espaço (ou dinheiro) conhece esse dilema: a receita é perfeita, mas exige um equipamento que você nunca teria em casa – seja um maçarico para fazer a casquinha de açúcar no creme brûlée, uma fonte de chocolate para uma festa ou então uma máquina de fazer sorvete.

Uma dupla no Canadá decidiu criar a loja perfeita para solucionar este tipo de problema. A Kitchen Library (“biblioteca da cozinha”, em inglês) empresta todo tipo de eletrodoméstico culinário, de batedeiras e panelas até máquina de fazer macarrão, por até uma semana.

A loja, localizada em Toronto, foi criada por Dayna Boyer. Cozinheira amadora, ela teve a ideia de criar a “biblioteca” porque não tinha onde guardar todos os equipamentos que desejava comprar. “Moro num apartamento de 38 metros quadrados com meu namorado e nosso cachorro – espaço é um bem precioso nessa residência”, conta Dayna no blog da companhia.

Inspirada em um grupo que empresta equipamentos de construção em Toronto, Dayna chamou a amiga Olivia Scobie para colocar em prática seus planos. Os equipamentos são, em sua grande maioria, doados – a biblioteca aceita todo tipo de produto de cozinha, desde que estejam em bom estado.

Como funciona
A Kitchen Library funciona como uma biblioteca de livros – após se inscrever e pagar uma taxa (que custa cerca de R$ 19 por mês), os associados podem levar para casa os equipamentos que desejarem. A única exigência das donas é que o eletrodoméstico seja devolvido limpo e funcionando – do contrário, paga-se uma multa que varia de acordo com o tamanho do produto e a extensão do estrago.

Entre os itens disponíveis para empréstimo estão panelas de pressão, cafeteiras, processadores de vários tipos e até kits para fazer fondue em casa. Coisas simples, como panelas e copos medidores, também podem ser retiradas para uso.

Além dos equipamentos, a biblioteca também promove workshops de culinária e feiras de trocas de livros de receitas, entre outras atividades.

 

Dany Lederman
18.09.2015
Fonte: Portal UOL

Published in: on 18 de setembro de 2015 at 14:48  Deixe um comentário  

Menos açúcar, mais cacau: saiba reconhecer um bom chocolate

O apreço por chocolates menos doces tem crescido no Brasil, seja por uma mudança no paladar ou em busca de uma alimentação mais saudável. “Há 13 anos, existia muita gente que não apreciavam um teor de 55% a 60% de cacau no chocolate”, afirma Bertrand Busquet, mestre chocolatier e diretor da Chocolate Academy.

“Hoje em dia muitas pessoas estão descartando alimentos com muito açúcar”, opina o especialista. Mas não é só a quantidade desse ingrediente que determina a qualidade do chocolate. Então, como descobrir qual a melhor escolha? “Dentro da embalagem fica mais difícil. Mas quando o alimento está exposto em uma vitrine é importante ver se ele tem um bom brilho”, indica o chef.

Além do aspecto visual, há outras formas de avaliação. “Se for uma barra, é preciso observar se ela faz um barulho seco quando quebrada ou mordida”, revela Busquet.

E é a boa qualidade do produto que irá definir o sucesso do prato. “O fundamental para uma boa receita são os ingredientes e a técnica. Se você escolhe uma boa manteiga, um bom creme de leite e um bom chocolate, por exemplo, já é possível ter uma boa base que, somada ao conhecimento técnico, resultará em uma boa sobremesa”, finaliza o mestre.

Premiação internacional

A academia dirigida por Busquet acaba de eleger o confeiteiro paulista Diego Lozano para representar o Brasil no concurso World Chocolate Masters, que acontece em 2015 em Paris. Na última quarta-feira (29), cinco candidatos foram desafiados a criar tortas, bombons, petiscos e esculturas usando o ingrediente como matéria-prima principal.

“Cumprir o prazo foi difícil e trazer as peças para a competição também. Eu aluguei um caminhão-baú para fazer isso”, conta Lozano. O confeiteiro contou até com uma torcida organizada, que vibrava a cada retoque que o profissional dava em seu trabalho.

 

Dany Lederman
17.09.2015
Fonte: Portal UOL

Published in: on 17 de setembro de 2015 at 14:47  Deixe um comentário  

Jamie Oliver compra briga a favor de alimentação infantil nos EUA

Ano-Novo, projetos novos para o chef inglês Jamie Oliver: envolvido com estrelas da gastronomia norte-americana, ele firmou duas parcerias para batalhar por acesso a água filtrada para crianças e para educar estudantes sobre os perigos do “fast food”.

Oliver participa da campanha Food Truth ao lado da chef norte-americana Alice Waters, que o inglês descreve como uma de suas heroínas na cozinha. Dona do premiado restaurante Chez Panisse, Alice é umas das pioneiras no ativismo da culinária sustentável e dos ingredientes orgânicos nos Estados Unidos, e é citada como influência por duas gerações de chefs.

Junto com a chef Ann Cooper, especialista em alimentação escolar, a dupla planeja uma série de iniciativas para ajudar os jovens a escolher comidas mais saudáveis. “As crianças atualmente vivem em um mundo de fast food, onde seu conhecimento sobre os alimentos é muitas vezes manipulado por grandes companhias”, Oliver explica em um comunicado à imprensa. “Como resultado, muitos acreditam que a comida é um produto embalado que vem de uma estante”.

Água sim, refrigerante não
O chef inglês também se juntou ao grupo California Endowment para instalar postos de filtragem de água em comunidades e escolas no estado da Califórnia. De acordo com números do grupo, cerca de 2,5 milhões não tem acesso a água limpa nas escolas.

Oliver recentemente declarou guerra aos refrigerantes, que classificou como “o novo tabaco” em uma entrevista ao jornal britânico “The Daily Mail”. Ao falar sobre uma proposta do governo francês de criar uma taxa para bebidas com excesso de açúcar, o chef comentou que a indústria “deveria ficar com medo, porque isso, francamente, destrói vidas”.

“Não sou um cara apaixonado por impostos, mas quando você pensa que 68% dos casos tratados pela saúde pública britânica tem a ver com escolhas alimentares, você precisa de uma mudança radical”, completa.

 

Dany Lederman
15.09.2015
Fonte: Portal UOL

Published in: on 15 de setembro de 2015 at 14:46  Deixe um comentário  

Chef Jamie Oliver cria campanha contra açúcar no Reino Unido

Depois de sua incansável busca por uma melhor educação alimentar nas escolas, Jamie Oliver agora vai mais longe. Agora, o novo alvo de sua cruzada pela saúde são os doces.

A proposta do chef é que o governo britânico cobre um imposto de 7 centavos de libra (cerca de 40 centavos) para cada lata de bebida com açúcar vendida no Reino Unido.
Com uma arrecadação esperada de um bilhão de libras por ano, Oliver lançou um abaixo-assinado para que esse dinheiro vá diretamente para o sistema nacional de saúde britânico e também para escolas, a fim de educar as crianças sobre os males que o açúcar causa.
Esta não é a primeira vez que Jamie Oliver luta a favor de uma alimentação melhor para crianças. Em janeiro deste ano, ele se juntou à campanha Food Truth, ao lado da chef norte-americana Alice Waters. Já em maio, ele lançou outro abaixo-assinado a favor da reeducação alimentar para crianças no mundo.
Dentes e obesidade 
Bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos são a maior fonte de açúcar para crianças e adolescentes no Reino Unido. Ele é a causa da extração de dentes de 26 mil crianças por ano, além da obesidade e diabetes tipo 2.
Para saber mais e assinar o abaixo assinado (em inglês), clique aqui.
Dany Lederman
14.09.2015
Fonte: Portal UOL
Published in: on 14 de setembro de 2015 at 14:45  Deixe um comentário  

Conheça curiosidades e tradições por trás dos pratos do Ano-Novo judaico

A partir do anoitecer deste domingo (13), os judeus começam a celebrar o feriado de Rosh Hashaná,(“cabeça do ano” em hebraico), o Ano-Novo judaico. E, para comemorar a chegada do ano 5776, a festa reúne amigos e parentes ao redor da mesa com um jantar especial, com direito à melhor louça e refeições feitas especialmente para a data.

A cultura hebraica tem uma série de pratos típicos para a ocasião, para garantir que o ano que começa seja cheio de bênçãos e sorte. Daí, entram em cena muitas coisas com maçãs, mel e cenouras, além das receitas com o tempero das mães e avós.

Conheça abaixo alguns dos itens mais populares da festa e descubra os sabores para garantir um “ano doce”.

 

Tradições do Ano-novo judaico

 

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Maçãs e mel

Para garantir um ano feliz, não podem faltar sobremesas no banquete. “As pessoas se desejam ‘Shana Tová’, que quer dizer ‘ano doce’. Por isso, pão de mel, bolo de mel e maçã com mel são típicos dessa celebração”, explica Renata Feffer, da Cau Chocolates, que prepara um menu especial de doces com temática judaica para presentear no feriado.

Além das maçãs e do mel, a mesa de doces também tem espaço para as romãs, para que as bênçãos no ano que começa sejam tão numerosas quanto as sementes da fruta.

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Chalá

Outro item indispensável à mesa é a chalá, um saboroso pão trançado. “Esse pão é servido em todas as festas judaicas. Mas, no Rosh Hashaná, a chalá tem o formato redondo, que simboliza a continuidade e a eternidade”, conta a doceira paulistana Mara Mello, que também criou um cardápio para o Ano-Novo. “Este é um item que não pode faltar.”
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Tempero da vovó

Para garantir que o jantar agrade, vale encomendar os pratos preferidos com antecedência. Na delicatessen Red Boutique Gourmet, por exemplo, o feriado religioso aumenta em 30% os pedidos da casa, que prepara anualmente um menu especial para a festa. “Cada família tem seus costumes e acaba montando seu próprio cardápio”, conta Daniel Cohen, um dos sócios da loja.

No entanto, as receitas tradicionais, como varenikes (massa recheada com batatas e cebolas) e patê de ovos costumam ser os mais procurados. Cohen faz questão de incluir receitas familiares no cardápio, “para levar para nosso tempero um pouco das tradições e do gostinho da vovó”, diz

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Cenouras para dar sorte

Outros itens indispensáveis na festa são o caldo de galinha e o Gefilte fish, bolinho de peixe guarnecido com cenouras. “É uma das entradas mais procuradas para essa festividade”, explica Cohen. O prato também alude aos desejos para boa sorte no novo ano: “meren”, o termo iídiche para cenoura, também significa “multiplicar”. Os mais tradicionais também adicionam à mesa uma cabeça de peixe, já que se trata de celebrar a “cabeça” do ano.

 

Dany Lederman
11.09.2015
Fonte: Portal UOL

Published in: on 11 de setembro de 2015 at 14:45  Deixe um comentário  

Revista “Time” elege os 15 sabores de sorvete mais exóticos do planeta Leia mais em: http://zip.net/blj7zY

É verão no hemisfério norte e a revista norte-americana “Times” fez uma pesquisa e indicou os sorvetes que têm os sabores mais bizarros do planeta. A lista conta com combinações inusitadas e ingredientes exóticos. Por exemplo, você teria coragem de comer um sorvete de tutano de boi com licor de cereja? Ou uma sobremesa com gosto de alho?

Confira a lista completa e decida se você teria estômago para encarar alguns dos sabores abaixo:

1 – Torrada de canela

2 – Durio; uma fruta conhecida na Ásia por ser bem fedorenta.

3 – Alho

4 – Tutano de boi com licor de cereja

5 – Cerveja com alecrim e castanhas

6 – Nogueira e Maple Syrup; esta combinação traz uma massa que têm em sua receita o famoso xarope de caramelo canadense com o caldo da ‘fumaça de uma árvore nogueira’

7 – Damasco com caroço torrado

8 – Salmão defumado

9 – Mostarda

10 – Abacate

11 – Foie gras; patê de fígado de ganso

12 – Arroz negro

13 – Salada Michigan

14 – Queijo e presunto

15 – Morango e pimenta sichuan

(Com informações do ‘F5‘)

Leia mais em: http://zip.net/blj7zY

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
10.09.2015

Published in: on 10 de setembro de 2015 at 11:23  Deixe um comentário  

Sorvete com sabor brasileiro faz sucesso em Londres

  • Divulgação/sorbitiumices.com

    Van da Sorbitium Ices, sorveteria artesanal de Londres Van da Sorbitium Ices, sorveteria artesanal de Londres

Com uma ideia na cabeça e uma máquina de sorvete na cozinha, um casal de sorveteiros tem apresentado aos ingleses um pouco dos sabores brasileiros, como cupuaçu e açaí.

A Sorbitium Ices, criação do paulistano Pedro Confessore e da britânica Suzanne Austin, tem se destacado por seus sorvetes artesanais com ingredientes pouco usuais. Entre as opções sazonais da “loja” – na verdade uma van de 1976 adaptada—estão itens como banana assada com halva (doce árabe) de gergelim, chá verde com pistache e lavanda com mel e mirtilo, além do toque verde-amarelo em sabores como cupuaçu com chocolate branco.

  • Sabores criados na Sorbitium incluem cupuaçu com chocolate branco e caipirinha

A crítica especializada em Londres elegeu a Sorbitium como um dos melhores sorvetes artesanais da cidade. Para o jornal “Financial Times”, as criações do casal são “impressionantes”.  Já o “Observer” listou uma receita da dupla em sua relação dos 50 melhores itens gastronômicos do país, enquanto o “Evening Standard” recomendou o sorvete de laranja cristalizada, amêndoas e amaretto como um de seus preferidos para o verão.

Investimento gelado

Nada mal para uma ideia que nasceu por acaso. Pedro era advogado em São Paulo, e mudou-se para Londres em 2006, onde foi trabalhar com restaurantes –primeiro lavando pratos no restaurante Fifteen, de Jamie Oliver, e depois no Petersham Nurseries, onde conheceu Suzanne Austin, chef que já tinha trabalhado em outros endereços conhecidos na cidade, como o The River Café.

Em 2010, o casal decidiu investir suas economias em um mercado pouco explorado. “Nós amamos sorvetes e, como consumidores, achávamos que não tinha nada parecido com a qualidade que se encontra em restaurantes de alto nível”, explica Pedro.

A oferta de sabores varia semanalmente, e às vezes as receitas não saem como o planejado. “Como é experimental, dá errado toda hora”, conta Pedro. “Ano passado, por exemplo, compramos um creme de leite especial pelo dobro do preço que geralmente pagamos. Quando fomos fazer o sorvete, o teor de gordura do creme era muito alto e, depois de batido, acabou virando manteiga”.

O sucesso dos sorvetes com toque brasileiro acabou se expandindo para além da van da Sorbitium: a empresa passou a fornecer sorvetes com sabores como Romeu e Julieta, coco queimado e sorbet de caipirinha para uma rede de restaurantes brasileiros em Londres, a Cabana.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
09.09.2015

Published in: on 9 de setembro de 2015 at 11:23  Deixe um comentário  

Chef britânico cria sorvete que brilha no escuro

Um chef britânico inventou uma sobremesa no mínimo inusitada. Trata-se de um sorvete que, com a ajuda de proteínas encontradas em águas-vivas, brilha no escuro. A criação de Charlie Francis, da loja Lick Me I’m Delicious, começa a brilhar tão logo a língua do consumidor toque o sorvete.

Charlie teve a ideia depois de ler um artigo científico sobre águas-vivas e acabou convencendo um grupo de cientistas chineses a recriar a proteína em laboratório.

“Se é seguro para consumo? Bom, eu testei e não pareço estar brilhando ainda, então acho que podemos dizer que sim”, disse Charlie no blog da empresa, sediada em Bristol (a 190 quilômetros da capital, Londres).

O único problema do sorvete fosforecente é o preço: por causa do ingrediente raro, ele custa 140 libras (cerca de R$ 510) por bola. Por conta disso, a Lick Me I’m Delicious também criou uma versão com quinino, que brilha somente com ajuda de luz negra.

“Esse é provavelmente o sorvete mais caro que já criei – esse ingrediente é quatro vezes mais caro do que ouro”, explicou o chef-cientista ao jornal britânico “Daily Mail”.

Charlie já inventou sabores como sorvete de cerveja, queijo e até bife. Sua próxima invenção, de acordo com o site da empresa, promete ser bem complicada: um sorvete invisível. “Cientistas ou mágicos que acham que podem ajudar, por favor entrem em contato”, pede o sorveteiro.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
08.09.2015

Published in: on 8 de setembro de 2015 at 11:21  Deixe um comentário  

Sorvetes milionários contam com ingredientes raros e cobertura de ouro

No mundo da gastronomia extravagante, vale tudo: de milkshakes com jóias de brinde a cupcakes preparados com conhaque raro e folhas de ouro, o céu é o limite para chamar a atenção de quem está com dinheiro sobrando.

O novo membro do clube das sobremesas mais caras do mundo está nos Emirados Árabes Unidos: uma sorveteria em Dubai lançou uma taça que demanda certa coragem do comprador para colocar a mão no bolso.

Produzido com baunilha de Madagascar, açafrão iraniano, trufas negras da Itália e cobertura de ouro comestível 23 quilates, o Black Diamond sai por cerca de R$ 2.350.

O dono da sorveteria Scoopi Café, Zubin Doshi, explicou ao jornal “Al-Arabiya” que passou cinco semanas pesquisando os ingredientes para a receita, servida em uma tigela de porcelana e uma colher assinadas pela grife italiana Versace – que podem ser levadas para casa pelo comprador como lembrança.

Sundae ostentação
No ramo dos sorvetes para milionários, no entanto, o sundae de Dubai até que sai barato. O atual detentor do título de sorvete mais caro do mundo, de acordo com o famoso livro “Guinness dos Recordes”, custava nada menos que 25 mil dólares (cerca de R$ 72 mil).

O Frrrozen Haute Chocolate, preparado pela lanchonete nova-iorquina Serendipty 3, levava chocolate de várias localidades, ouro e trufas francesas, servido com uma colher de ouro e uma taça decorada com ouro e diamantes – as joias eram um presente da casa para o cliente.

O caríssimo quitute não faz mais parte do menu da lanchonete, mas a casa se orgulha de ainda servir o Golden Opulence Sundae, que custa um pouco mais barato: a taça de sorvete de baunilha do Taiti e Madagascar, coberta com ouro comestível e calda de um chocolate italiano de produção limitada, sai só por mil dólares (cerca de R$ 2.900).

Criado para celebrar os 50 anos do restaurante, o sorvete também é decorado com frutas cristalizadas vindas de Paris, cerejas feitas de marzipã e é servido com uma colherada de caviar American Golden, conhecido justamente por sua coloração dourada.

A loja pede aos clientes que façam o pedido com 48 horas de antecedência, porque os ingredientes do sundae não são estocados na lanchonete.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
04.09.2015

Published in: on 4 de setembro de 2015 at 11:21  Deixe um comentário  

Doceria australiana “quebra a Internet” com milkshakes bizarros

Uma recém-inaugurada doceria em Canberra (Austrália) investiu um cardápio nada básico de milkshakes e acabou virando hit nas redes sociais.

Chamados (apropriadamente) de Freakshow, as sobremesas da Patissez, aberta em maio deste ano, não economizam nas calorias e envolvem quantidades olímpicas de sorvete, caramelo com flor de sal e creme de avelã com chocolate, entre outros ingredientes bem chamativos.

O cardápio é composto de dois milkshakes e duas bebidas que também envolvem elementos quentes, como uma fatia de brownie (com chantilly, calda quente de chocolate e um marshmallow grelhado por cima), camadas de pretzels salgados na lateral dos copos ou calda quente de nozes. Cada um dos “Freakshows” sai pelo equivalente a R$ 30.

“Queria fazer milkshakes ótimos e tão ridículos e exagerados que as pessoas teriam que tirar uma foto antes de comer”, explica Anna Petridis, sócia da doceria, ao jornal “Canberra Times”.

A estratégia funcionou: segundo Petridis, a divulgação dos shakes na Internet rende filas de espera que ultrapassam uma hora por uma mesa e até 45 minutos para receber o milkshake. “A gente gasta um bom tempo com eles e quando acabam os ingredientes, já era. Tudo aqui é feito na loja, até mesmo o marshmallow”, conta.

Anna Petridis e sua mãe (e sócia na Patissez) agora planejam abrir uma nova unidade da doceria em um local maior.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
03.09.2015

Published in: on 3 de setembro de 2015 at 11:20  Deixe um comentário  

Alemão cria engenhoca para evitar roubo de Nutella

Quem nunca passou o dia sonhando com uma comida deliciosa que está na geladeira e quando chegou em casa descobriu que outra pessoa havia comido?

O alemão Daniel Schobloch inventou uma solução. Pelo menos para não roubarem mais a sua Nutella: uma trava com direito até a cadeado.

De acordo com o site alemão “The Local”, o dispositivo feito de acrílico era inicialmente só uma brincadeira com um amigo de Schobloch, que estava cansado de comprar Nutella e os filhos comerem tudo.
“Como muitas pessoas procuraram, comecei a vender no Ebay”, explicou o inventor. As travas, que custam 10 euros cada (cerca de R$ 42), já esgotaram, mas ele está produzindo novas peças que estarão disponíveis ao final deste mês.
Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
02.09.2015
Published in: on 2 de setembro de 2015 at 11:18  Deixe um comentário  

Cardápio de última refeição do Titanic vai a leilão nos EUA

O cardápio do último almoço servido no Titanic será leiloado no próximo dia 30 de setembro pela Lion Heart Autographs, em Nova York. O menu, servido em 14 de abril de 1912, incluía ovos Argenteuil, frango à Maryland, salada de ave e costeletas de carneiro grelhadas. Tudo regado a “cerveja alemã gelada”.

Além do documento, serão vendidos mais de cem papéis, entre eles uma rara carta de um passageiro à direção do navio reclamando das condições de uma cadeira nas famosas “salas de banho turco”.

Os itens mais importantes são provenientes de um sobrevivente do infame bote salva-vidas nº 1, o “Bote do Dinheiro”. Reza a lenda que um dos passageiros que conseguiu entrar no barco corrompeu a equipe do navio e pagou para entrar nele e se salvar. A embarcação, de fato, tinha apenas 12 pessoas ao invés das 40 que poderia carregar.

Segundo os organizadores, estima-se que só o menu seja vendido a US$ 70 mil (R$ 250,6 mil). Em abril de 2012, outro cardápio – em melhor estado de conservação – foi vendido na Inglaterra por US$ 122 mil (R$ 436,7 mil).

Veja mais notícias, fotos e vídeos em www.ansabrasil.com.br.

 

Dany Lederman
Fonte: Portal UOL
01.09.2015

Published in: on 1 de setembro de 2015 at 10:11  Deixe um comentário  

Veja pratos que chamavam atenção nos filmes – e que estão ao nosso alcance

Atire o primeiro balde de pipoca quem nunca salivou diante de uma cena de filme particularmente apetitosa.

E nem precisa ser algo especialmente gastronômico como o sempre citado “A Festa de Babette” (1987) ou, mais recentemente, a animação “Ratatouille” (2007). Quem foi criança ou adolescente nos anos 1980 lembra, sem esforço, de todos os filmes da “Sessão da Tarde” que envolviam coisas incríveis como panquecas imensas com Maple (uma espécie de melado à base de bordo), cafés da manhã que mais pareciam um almoço e delícias como brownies.

O tempo passa e aquelas delícias antes inatingíveis hoje podem ser encontradas por aqui com certa facilidade. Confira abaixo alguns dos pratos de cinema que todo mundo adorava e se prepare para ficar com fome!

Mac and Cheese (macarrão com queijo derretido)

A mistura chamativa de macarrão com molho de queijo -aquecida no microondas, ainda por cima!- era um mistério para quem via filmes infantis nos anos 1980 e 1990. O prato, um dos favoritos das crianças nos Estados Unidos, é centro de um pequeno banquete natalino em “Esqueceram de Mim” (1990) – antes de Kevin (Macauley Culkin) brincar de gato e rato com os bandidos que tentam invadir sua casa.

Panquecas americanas

Todo mundo queria ter um tio como o atrapalhado Buck (John Candy) em “Quem vê cara não vê coração” (1989). Afinal, só ele para preparar um café da manhã de aniversário com panquecas realmente gigantescas…

Café da manhã completo no “diner”

Por falar em panquecas, outra instituição dos filmes norte-americanos é o “diner” com a garçonete servindo café na jarra de vidro e pratos como ovo mexido com bacon, tortas de cereja e outros itens saborosos. Em “Feitiço do Tempo” (1993), o meteorologista vivido por Bill Murray aproveita a repetição do Dia da Marmota para se acabar em um café da manhã com delícias como donuts, tortas e tudo mais o que coubesse na mesa.

Brownies

O bolo de chocolate com aparência massuda é outro prato que vive dando as caras em filmes vespertinos. Em “Talvez Algum Dia” (1978), a jovem Jessie (Denise Miller) afoga suas mágoas com a ajuda de uma forma inteira do doce, após um encontro romântico particularmente desastroso.

Sushi (e leite de caixinha)

Uma geração inteira foi apresentada à comida japonesa com um filme norte-americano – no caso, “O Clube dos Cinco” (1985), quando a personagem de Molly Ringwald saca um bentô com sushi e sashimi como seu almoço durante o castigo do grupo na biblioteca. Na mesma cena, outra coisa que chamava a atenção: um dos lanches incluía uma caixa de leite – a embalagem era desconhecida por aqui na época do lançamento do filme.

Manteiga de amendoim

A combinação manteiga de amendoim e geleia de uva aparece direto nas lancheiras das crianças e nos lanches nos filmes – e desafiavam a compreensão de muito espectador por aqui. A reação do misterioso Joe Black (Brad Pitt) ao provar a pasta em “Encontro Marcado” (1998) diz muito! Hoje em dia, alguns supermercados já vendem o produto por aqui.

Comida chinesa em caixinhas

Muito antes do delivery ser realidade por aqui, lá estavam elas na tela do cinema: as caixas de comida chinesa entregue em casa. E impreterivelmente os personagens acabavam comendo direto da caixa, provavelmente vendo televisão – como Woody Allen e Mariel Hemingway em “Manhattan” (1979).
Dany Lederman / Danny Lederman
Fonte: Portal UOL
28.08.2015
Published in: on 28 de agosto de 2015 at 17:14  Deixe um comentário  

Mãe de gêmeos perde 65 kg e ganha disposição para brincar com filhos

Assessora de 33 anos decidiu mudar quando chegou a 165 kg.
Ela tentou fazer cirurgia bariátrica, mas não pôde por problemas de saúde.

A assessora de cobrança Roberta Penha da Rosa, de 33 anos, já não conseguia mais andar de ônibus nem amarrar os sapatos. Acompanhar o ritmo dos filhos gêmeos era cada vez mais difícil. O que limitava sua vida, segundo ela, eram seus 165 kg, peso que atingiu depois de sua gestação. “Sempre fui acima do peso, mas fui relaxando depois que engravidei até chegar a esse peso.”

Roberta, de 33 anos, passou de 165 kg para 100 kg em um ano com mudança alimentar (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)Roberta, de 33 anos, passou de 165 kg para 100 kg em um ano com mudança alimentar (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)

Tantas limitações serviram como sinal de que ela tinha que fazer alguma coisa para mudar. Primeiro, tentou fazer a cirurgia bariátrica, mas o procedimento não foi liberado pelo médico por causa de um cisto no rim. Só depois resolveu que o melhor seria fazer uma reeducação alimentar. Um ano depois, Roberta, que vive em São José (SC), já está 65 kg mais magra e consegue correr e jogar bola com os filhos de 10 anos.

A atitude inicial de Roberta foi comprar um livro que explicava os fundamentos da dieta Dukan, que recomenda o consumo de mais proteína e pouco carboidrato. O que a atraiu foi o fato de a dieta não restringir a quantidade de porções.

“Estudei o livro e, com base nos alimentos permitidos, montei um cardápio. Em uma semana, perdi 5 kg. Cada subida na balança era uma emoção, não tem tamanho a felicidade de ver que estava perdendo peso.” A primeira semana, porém, foi um terror. “O corpo não estava acostumado com a dieta, doía a cabeça e eu tive vontade de desistir.”

Quem deu apoio nos momentos difíceis foi o marido, que passou a seguir o mesmo cardápio que Roberta e acabou também emagrecendo 20 kg nesse período. “Ele me apoiou muito. Mas não fazia de segunda a segunda. No sábado, tomava uma cerveja.”

Roberta deixou de comer arroz, feijão e macarrão e introduziu um novo ingrediente em seu cotidiano: o farelo de aveia. Ela também reforçou a quantidade de verduras, legumes, frutas, queijo branco, peito de peru e gelatina com zero caloria. Hoje, já sabe fazer receitas adaptadas de pão e outros pratos com menos carboidrato.

Tudo muito diferente de suas refeições de um ano atrás, quando seu café da manhã consistia em uma coxinha e uma lata de refrigerante. Na hora do jantar, o hábito da família era comer pizza, cachorro quente ou outros tipos de lanche. Um refrigerante de 2 litros não era suficiente para o dia inteiro.

Além de mudar os hábitos dentro de casa, Roberta também leva a alimentação saudável para onde vai. Se sai com amigos ou vai a uma festa de família, leva com ela uma marmita com as coisas que pode comer. “Saio, vou para a balada, me divirto, mas peço água ou refrigerante zero”, diz.

Roberta escolheu uma dieta com menos carboidratos e perdeu 65 kg em um ano (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)Roberta escolheu uma dieta com menos carboidratos e perdeu 65 kg em um ano (Foto: Roberta Penha da Rosa/Arquivo pessoal)
Dany Lederman / Danny Lederman
Fonte: Portal G1
26.08.2015
Published in: on 26 de agosto de 2015 at 16:15  Deixe um comentário  

Ômega 3 ajuda a evitar problemas no coração e regula o colesterol

Óleos vegetais são uma das ‘fontes’ de ômega.
‘Gorduras boas’ trazem benefícios para o funcionamento do organismo.

Eles são ácidos graxos poli-insaturados, as famosas ‘gorduras boas’ porque trazem benefícios para o funcionamento do organismo. O Bem Estar desta terça-feira (18) falou sobre os ômegas. Para tirar as dúvidas sobre o tema convidamos o nosso consultor e cardiologista Roberto Kalile a nutricionista Ana Maria Lottenberg.

A diferença básica entre o ômega 3, 6 e 9 é na estrutura química. O 3 e o 6 são considerados essenciais, ou seja, não são produzidos pelo organismo, sendo necessário adquirir da natureza. Já o 9, além de ter fontes na natureza, também é sintetizado pelo corpo humano a partir do 3 e do 6.

Os óleos vegetais são uma das ‘fontes’ de ômega. “O ômega 6 é encontrado em todos os óleos vegetais em quantidade satisfatória. O ômega 3 é mais exclusivo, ele é encontrado no óleo de canola e no óleo de soja”, explica a nutricionista Maria Silva Labrador. De acordo com a especialista, precisamos de 1,5 gramas de ômega por dia, ou seja, duas colheres de sopa.

Os peixes também têm ômega 3, mas a nutricionista explica quais espécies. “O ômega 3 é encontrado nos peixes de águas frias e profundas, como países nórdicos, Japão e Europa. No Brasil podemos encontrar em pequenas quantidades no salmão, na sardinha e no atum”. Semente de linhaça e nozes também são boas fontes de ômega 3 e 6.

O ômega traz diversos benefícios para a saúde. O ômega 3 previne o infarto, o risco de derrame, evita a aterosclerose, regula a pressão, estabiliza o nível de triglicérides e regula o colesterol.

Dany Lederman / Danny Lederman

Fonte: Portal G1

25.08.2015

Published in: on 25 de agosto de 2015 at 14:16  Deixe um comentário